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Público ・ 03.02

2026.02.24 (Tue)
Consigo gostar muito desse filme. As cores me chamam a atenção, assim como os paralelos entre as duas. Esse filme é muito bom para analisar. Molly é uma garota que não se permite virar mulher, porque aquela versão é a última que os pais viram e na qual ela foi verdadeiramente feliz. Por outro lado, temos a Ray, uma menina que teve que crescer para sobreviver de fato. Ela precisou se privar, se conter, se regular… tudo isso totalmente sozinha, por conta da negligência familiar. Elas se encontram, e é incrível ver o processo de cura das duas. Apaixonante, essa é a palavra certa. A cena do parque, na xícara giratória, é angustiante. Ela transmite muito do que a Ray estava sentindo naquele momento e do que a Molly sentiu durante todos esses anos.