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Público ・ 03.15

2026.02.24 (Tue)
Tenho que enaltecer o elenco desse filme, principalmente a Jessica Chastain e o Matt Damon. Os dois conseguiram passar tanto sentimento, tanta profundidade que nem precisava de fala. O olhar dela dizia tudo, as expressões dele também. Amei a química deles dois — como parceiros, porque eles não eram um casal. Foram ideias muito arriscadas, mas que no final, funcionaram. É claro que sabemos que uma pessoa não sobreviveria dessa forma, mas é uma ficção e funcionou bastante. No filme, você se pega torcendo pelo personagem e o diário que ele faz, é muito bom. Matt Damon não me surpreendeu em sua atuação porque eu já sei do que ele é capaz, mas ele surpreende em sua leitura do personagem, ele te conecta, te faz sentir parte da história. A quebra da quarta parede é existente, cada vez Mark (personagem de Damon) fala na câmera, ele fala com o telespectador. LET'S TALK ABOUT SOUNDTRACK: Eu amei o nosso digníssimo David Bowie no filme, ele não podia faltar. "Hott Stuff" da Donna Summer, foi cirúrgica. O homem morrendo de calor e "looking for some hot stuff" soando. Cientificamente falando, sabemos que existem muitas mudanças, mas sabemos que muitos termos são reais. O alfabeto utilizado, as formas de plantação, a questão do oxigênio, a bomba, os cálculos...Mostra como os cientistas e astronautas precisam deixar muita coisa para trás e assim conquistar o objetivo que almeja. Achei que ele fosse morrer e se fosse algo real, ele já estaria morto. O filme proporciona momentos em que você ri com o personagem, entende o posicionamento dele, os medos, consegue ver a força, a proativiade, a cumplicidade e união de toda a equipe. O olhar da Jessica ao perceber que deixaram o menino vivo, foi um misto de sentimentos que ela conseguiu passar. A confusão entre se sentir aliviada dele estar vivo, mas culpada por deixá-lo lá. Em conjunto, a história funciona e te cativa desde o princípio.