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Público ・ 04.07
2026.04.07 (Tue)
O quanto esse texto me tocou não pode ser colocado em palavras. É tudo tão verdadeiro. Enquanto eu lia, só conseguia pensar nas pessoas que perdi e naquelas que nem tive a oportunidade de conhecer, pois já nasceram e foram embora — como, por exemplo, o meu priminho Miguel. Também pensei no quanto meu primo e a esposa dele sofreram, mas nunca deixaram de amá-lo e, em qualquer oportunidade, sempre falam dele. Pensei muito na minha avó, que se foi tão nova, mas cujo vazio meu corpo ainda sente. Sinto falta dela nos meus aniversários, e talvez por isso eles sejam tão tristes. É como se eu sentisse falta de algo que nem sei explicar. Pensei em um tio que nunca tive a oportunidade de conhecer e de quem meu pai fala sempre que pode. Pensei até nos vivos, que não vejo mais hoje em dia, mas que meu coração e minha mente fazem questão de lembrar — de como era quando estávamos todos juntos. É uma leitura muito simples: você olha e pensa que é só mais um texto, mas, na verdade, é um lembrete de que você nunca vai se esquecer de quem amou, pois essas pessoas fazem parte de quem você é.