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lalau

ᘏ ⑅ ᘏ   ഒ    zᶻ ꒰˶  - ˕ -꒱ ⌒)ᦱ sleep walk.

𐔌  .  devils never cry  !  ౨ৎ

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Eu nunca odiei uma criança tanto na minha vida, mas ainda sim, se fosse eu como um dos pais da Klara eu teria acreditado no que ela teria falado, mas com certeza não por muito tempo devido aos Ticks que ela tem quando mente. Esse filme é daqueles que te dá raiva pelo que o personagem está passando, você sente que o Lucas deveria ir revidar na mesma moeda mas ele é uma pessoa tão boa que ele sabe que não tem o que fazer sobre isso, ele entende o pq as pessoas estão assim com ele, mesmo que injustamente ele sabe que não há oq fazer sobre. Eu senti raiva da Klara, mas ao mesmo tempo eu sei que não posso sentir isso já que ela não tem culpa. No início do filme mostra que a criança era exposta a conteúdo pornografico através do próprio irmão mesmo que ela não soubesse que aquilo não era apropriado pra ela, então ela repetia o que via em casa. Klara tem mas ao mesmo tempo não tem culpa, ela sempre tentou dizer que tudo que ela fez foi uma mentira que só escalou muito mas todos os adultos e seus próprios pais decidiram que ela estava certa, mesmo repetindo diversas vezes que não era o objetivo dela. A morte de Fanny me destruiu, as incontáveis ameaças que Lucas sofre, toda a perseguição como se fosse uma caçada (NOME DO FILME KAKAKAKAK) e ele fosse apenas o animal indefeso mesmo que fosse confirmado que as acusações são falsas, deixando claro que não importa o que aconteça, ele sempre será culpado não importa a lei. Tenho muitas coisas a dizer sobre esse filme, principalmente sobre como ele mostra como uma mentira pode afetar a vida de uma pessoa inocente. Mas não da pra escrever tanta coisa e eu sou bem preguiçosa. Fica o aviso: nem toda criança diz a verdade saiba que elas são capazes de mentir, elas só não sabem até que nível a mentira pode ir.

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" Este lugar parece a lembrança que alguém tem de uma cidade, e a lembrança está sumindo. É como se nunca tivesse havido nada aqui além de pântano. " ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ— Rust Cohle. Me recomendaram muito essa série pq eu sempre fui muito fã da obra do Robert W. Chambers "O Rei de Amarelo" e de séries de detetives. No início, não sei pq me lembrei bastante da série de 2013, Hannibal, principalmente com toda relação de chifres de veados nas cenas de crime quanto na semelhança do Rust Cohle e o Will Graham no quesito de serem investigadores igualmente perturbados, mas não iguais, mesmo que sejam séries bem diferentes tanto de narrativa como plano de câmera, é meio difícil não perceber a semelhança mesmo que ambos não tenham relação além de serem séries sobre assassinatos. É bem perceptível as inspirações de Nic Pizzolatto com Twin Peaks, o horror da atmosfera derivado de David Lynch. Vale ressaltar também as inspirações em casos reais de cultos que Nic Pizzolatto se inspirou sendo um deles o caso da Igreja Hossana, em que a igreja estava envolvida em casos de abuso sexual de cerca de 24 crianças e também mutilações de animais para fins ritualisticos e também de diversos outros cultos sexuais satânicos nos Estados Unidos. Mas falando mesmo sobre a trama, eu demorei um pouco para ter interesse na história durante os 3 primeiros episódios já que eles servem pra te explicar o que ocorreu em 1995 por serem muito lentos (mesmo que sinceramente não acho uma falha, mas ao mesmo tempo foi o que demorou pra me fisgar) mas a trama começa de verdade quando voltamos para o ano em que tudo está se passando: 2012, quando ocorre mais um assassinato semelhante ao caso perturbador em que Rust Cohle e Martin Eric Hart solucionaram em 1995. O Culto que envolve o Rei de Amarelo não é muito explicado durante a série, a única coisa que sabemos é que muitas pessoas da elite de Louisiana estão envolvidas e que eram adoradores de vodu e também pedófilos, tendo gerações envolvidas ao culto, sendo também os responsáveis pela fita envolvendo algo horrível que aconteceu com Marie Fontenot. Algo que eu gosto bastante na série é a visão que Errol Childress tem sobre o Rei de Amarelo e Carcosa, o fato de que ele provavelmente foi abusado pelo pai/avô e que também deve ter sido obrigado a observar/participar das ações do culto deixam bem claro o quanto isso afetou o mental dele ao ponto de ficar obcecado com o culto e criar sua própria versão dessa """"religião"""" e começou a matar pessoas de forma elaborada e encenando os próprios crimes e deixando diversas pistas com a intenção de ser pego, deixando bem claro que a sua provável saída desse ciclo perturbado era morrendo para os detetives. Nunca tivemos pistas sobre quem realmente é o Rei de Amarelo, mas sim a visão distorcida de Errol já que não havia muitas pistas do culto original à não ser a fita de VHS de Marie Fontenot. Uma coisa que percebi assim como uma outra pessoa que também avaliou mencionado esse assunto, é como essa obra envolve muito a violência contra a mulher e ao mesmo tempo as personagens femininas só servirem como ou testemunhas do crime (que é bem pouco) ou interesses românticos sexualizados aos protagonistas (que ocorre na maioria do tempo da série), e olha que não há muitas personagens femininas na série. O final da série é deixada de forma bem aberta ao público, sem saber se ocorreu algo para as pessoas que estavam envolvidas no culto original nem sobre o que houve depois com Martin e Rust. Mesmo assim sinto que faltou um pouco mais principalmente pelo que a série entrega para o telespectador, todo aspecto asqueroso, nojento e desconfortável que é apresentado não é tão bem entregue no final mas ainda sim eu passo um pouco de pano principalmente depois da discussão sobre a Luz e a Escuridão, então acaba que o final se torna algo aceitável pra mim. Por sinal uma coisa que preciso falar MUITO é o quão boa é a atuação tanto do Woody Harrelson quanto a do Matthew McConaughey (por sinal que homem maravilhoso.) Fica aqui uma das melhores frases do Rust na minha opinião:

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