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2026.07.03 (Fri)
Me perdoaria se eu não trouxesse orgulho para casa desde cedo? Como aquelas mães orgulhosas na TV e seus filhos corajosos; inventores, médicos, artistas, trabalhadores, pesquisadores e cientistas. Mas como nenhum deles, temo a senhora, sua decepção, ouvir o que uma vez me machucou que nem a senhora diz se lembrar e nunca ter dito “Você é inútil”, como levo pra dentro algo que foi da boca pra fora? É plausível, eu deitava na cama. ficava no celular e assistia besteiras e jogava. Eu parecia não ligar para nada. Mas me importava mesmo sendo mais nova, levo tudo pro coração, tantas coisas sem precisar, coisas inúteis e estúpidas que, sinto-me adoecer por dentro. Sinto sua vergonha de mim antes do sol nascer. Sinto minha inteligência diminuir e gradualmente aceitar que sou assim: Incompleta. Orgulhosa. Hipócrita. Escandalosa. Egoísta. Emotiva. Rancorosa. Ignorante. Humana. Sua filha. Eu tenho culpa de não te dizer que te amo tanto. Tenho culpa de não te orgulhar, Mãe. Eu tenho culpa de não te dizer tenho culpa que te amo tanto. Eu , Mãe. te amo tanto. culpa de te orgulhar que te amo tanto. Eu culpa tanto. orgulhar não te dizer que Mãe. te amo tanto. Mas por você, Mãe, desejaria ser mais do que uma mera criança que tu pariu um dia. Aquela que tu sentiria orgulho imenso, gratidão ao falar, eu escreveria meu livro, tiraria notas ao máximo, saberia cálculos e da casa cuidar. Mas, até lá, minha mente que me perturba não me deixa descansar para pensar em uma solução para minha introspecção, a melancolia que agarrei como minha desde que era uma sementinha… E, mãe, oh mãe… Acredite quando digo que minhas ambições são maiores do que te digo. Meu amor é maior ainda. — 沐雪 ( Mùxuě )