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2026.07.12 (Sun) ~ 23 (Thu)
📖 RESENHA: O Jogo — Elle Kennedy ☁️ sobre a história: Allie está fugindo do ex-namorado e não tem local melhor para se esconder do que a casa do namorado da sua melhor amiga, onde, por acaso, também vive Dean Di Laurents, o maior garanhão da faculdade. Em um deslize, ela acorda nua na cama de Dean, e tenta sair imediatamente daquela situação. Só tem um problema: ele quer mais. ✨️ minha resenha: Ok. Vamos lá. Primeiro quero dizer que estou sentida pelos acontecimentos finais, mas estou feliz que tudo acabou bem e exijo uma bela de uma explicação de John Tucker. Segundo… fiquei meio sentida de que o livro não me prendeu como O Acordo e O Erro. O livro NÃO é ruim, pelo contrário, dei muita risada, amei a dinâmica de Allie e Dean, e estava super animada quando comecei a ler, mas aos poucos ele foi ficando morno… depois um pouco monótono… e aí ele começou a me prender no meio, então pensei “uau, vou dar UM PULO daqui pro final” … bem, isso não aconteceu. Repito: não porque achei o livro ruim, mas porque comparado aos outros dois ele me envolveu menos. Vou tentar explicar o porquê: Antes preciso dizer que sou um pouco supersticiosa quando o assunto é começar a ler um livro: há livros em que eu penso que existe um momento perfeito para ler e outros em que penso que li no momento errado. Para O Jogo, acredito que seja a segunda opção, porque não tenho muito o que reclamar, quer dizer, só algumas coisinhas, por isso também acredito que O Jogo tenha sido aquele famoso livro “OK” (como meu pai avalia filmes e séries nem bons, nem ruins: “é um ok”) Vamos começar por Allie. Eu a amava desde de O Acordo e fico feliz que ela não tenha sido apenas uma personagem responsável pelo alívio cômico da série. Digo isso porque me lembrei de Jules em Amor e Ódio e ela era super icônica durante os outros livros de twisted e quando chegamos no livro dela, achei ela um pouco sem graça. Enfim, voltando para O Jogo: Amei como ela lidou com o término com Sean, como lidou com Dean no pé dela e como lidou com os próprios sentimentos. E principalmente: como trouxe Dean de volta pra realidade lá pros capítulos finais. Sei que era um tema delicado, mas compreendi perfeitamente ela. Tem coisas que não dá pra aturar o tempo todo, porque uma hora fica cansativo. Só acho que ela é igual a Grace: perdoa muito fácil, mas tudo bem, faz parte da personalidade dela. Sobre Dean… cara… fico muito feliz de como ele AMADURECEU ao decorrer do livro. Antes eu ficava entediada com seus povs porque eles se resumiam em hóquei, mulheres e sexo, e tava ficando chato e repetitivo demais pra mim. Fiquei animada e agraciada quando ele começou a trabalhar com as crianças, encantada com Dakota e como ela gosta tanto dele. Achei super necessário aquela lista de pessoas que ele tinha que pedir desculpas e como seguiu com seus desejos no final e não com a linha hereditária da família. Na verdade fico feliz pelo fato de não ser um rico esnobe. Fiquei triste pelos últimos acontecimentos e como ele lidou com tudo aquilo, por isso entendo Allie, mas também consegui compreender Dean. Sobre o casal… Fico pasma com a química deles. Todos os hots são uma delicinha (com exceção do hot deprimido, confesso que achei desnecessário pro momento), o carinho genuíno que um tem pelo outro, como eles se apoiam… aí a cena de Allie pedindo pra Hannah ligar pro Dean e ele chegando perguntando “cadê ela” foi absolute cinema!! Bem, é isso. Fico triste que não tenha me prendido, mas é como eu falei, ou eu li no momento errado, ou realmente é um livro fraquinho comparado aos outros. De qualquer forma eu gostei, AMEI como as coisas terminaram bem e Allie e Dean são um casal maravilhoso de sexy e fofo. Agora vou absorver um pouco o livro e assistir mais um episódio de Dinastia para enfim descobrir como se iniciou todo esse b.o do Tucker — 📆 12/07 — 23/07 📚 Formato de leitura: kindle 👀 Leria de novo? Sim 👑 Personagens preferidos: Allie e Dean 😡 Personagens mais odiados: Frank O'Shea e Sean
Você não pode mandar alguém colocar a felicidade em segundo plano em favor da sua própria