전체 공개 ・ 05.23

2026.05.23 (Sat)
A autora busca artes contemporâneas com viés político que abordam questões de raça, cor e a social. A crítica revela-se principalmente nas diferenças de classe e o que a arte pode privilegiar até nisso. Alguns artistas usam arquivos para mostrar o que se está “lutando”, os motivos, o porquê, na história que muitas vezes é apagada, então eles recorrem ao que foi deixado de lado, mexem com a memória como obra. A estética e o belo também podem virar reflexão em obras que retratam o universo feminino. Mulheres com um padrão de beleza acentuado e exagerado propositalmente também é visto aqui como uma das críticas a se questionar. Nas palavras da artista: “Desenhar como exercício de observação. Fazer com que a linha disseque a perversidade de um modelo de beleza. Boneca fria, modelo vazio. Um modelo de beleza que nunca poderá ser atingido. Um modelo que é a antítese da própria essência da feminilidade, terra assolada onde nada cresce, os corpos deformados por um padrão de beleza doentio, onde seios fartos convivem com um corpo que não corresponde em peso ao seu tamanho.” Mais uma vertente artística citada: o cinema e audiovisual. Com exemplos de cinemas projetados para a população, o que importa é a democratização ao acesso a cultura e ao cinema com filmes e séries e curtas diversas, afinal sem público, espectadores não a arte. Logo o grande entrave nessa questão e em todas as citadas, até mesmo no fazer artístico muitas vezes é a falta de recursos, falta de acessibilidade, a garantia de que apenas alguns desfrutam ou coisas nos são escondidas em arquivos históricos.