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전체 공개 ・ 05.07

2026.05.06 (Wed)
Acho que nunca vou conseguir descrever, com palavras, o que esse filme conseguiu me transmitir, mas vou tentar. Primeiro porque esse foi o primeiro filme que vi no cinema. Lembro que meus pais queriam assistir, então lá fui eu, uma criança vendo uma obra cinematográfica da qual eu não entenderia nem metade naquele momento. Anos depois, assisto a esse filme novamente, aos 18 anos, já cultivando um relacionamento extremamente especial com o Senhor. E finalmente entendo cada uma das pequenas coisas retratadas. Lembro que, na época, foi meio chocante Deus ser uma mulher, ainda mais uma mulher negra (o que hoje vejo como um pensamento totalmente preconceituoso), sendo que, no final, fica bem claro que aquilo aconteceu porque ele precisava de uma mãe. E eu percebo que Deus já foi mãe para mim, assim como também é Pai. Vou citar algumas coisas tão especiais desse filme. Além de ele ser uma ótima representação do luto, é um filme extremamente detalhista. Como na cena da noite anterior à morte da filha, quando ela pergunta o porquê do sacrifício e ele não sabe responder. Depois, na cabana, existe um longo processo de cura, e o Pai mostra o porquê de tudo. Acho lindas essas nuances e atenção aos detalhes. O Espírito Santo sente todas as dores, a cena do jardim é linda. “E não entristeçais o Espírito de Deus, no qual estais selados para o dia da redenção.” Efésios 4:30 “Tu contaste as minhas aflições; põe as minhas lágrimas no teu odre. Não estão elas no teu livro?” Salmos 56:8. Esse versículo me lembra, especificamente, a cena em que o Espírito Santo recolhe as lágrimas. Jesus ser aquele com quem ele se sente mais confortável aquece demais o coração. Esse filme retrata o luto, a cura, o sacrifício, o pecado, a dor, a filiação… Deus de uma maneira totalmente artística.