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전체 공개 ・ 04.26

2025.08.22 (Fri) ~ 25 (Mon)
A única coisa que torna os humanos iguais é a morte, é uma verdade incontestável, todos nós vamos morrer um dia, todas as experiências por mais que podemos compartilha-las, em seu cerne são individuais, somos únicos e todas as vidas se colocarmos valores nelas teriam pesos diferentes, as pessoas mais importantes para mim com certeza tem um peso maior que um desconhecido. E o que aconteceria se as pessoas não tivessem valores para alguém? o que aconteceria se deixássemos o monstro que existe dentro de nós explodir? Os verdadeiros monstros são aqueles que os criam ou os que o deixam sair? O mundo não é preto no branco, então será que podemos realmente dizer que monstros existem?
Era uma vez, em uma terra distante, um monstro sem nome. O monstro estava morrendo de vontade de ter um nome. Então, ele tomou uma decisão e partiu em uma jornada para encontrar um. Mas o mundo era um lugar imenso. O monstro se dividiu em dois e seguiu por caminhos diferentes. Um foi para o leste. O outro seguiu para o oeste. O que foi para o leste encontrou uma vila. Havia um ferreiro que morava na entrada da vila. — Senhor Ferreiro, por favor, me dê o seu nome! — disse o monstro. — Eu não posso te dar meu nome! — respondeu o ferreiro. — Se você me der o seu nome, entrarei em você e o tornarei forte — disse o monstro. — Sério? — disse o ferreiro. — Se você me deixar mais forte, eu lhe darei o meu nome. O monstro entrou no ferreiro. E assim, o monstro se tornou Otto, o ferreiro. Otto era o homem mais forte da cidade. Mas então, um dia, ele disse: — Olhem para mim! Olhem para mim! O monstro dentro de mim está crescendo! Nhac nhac, chom chom, glup glup, gulp. O monstro faminto devorou Otto de dentro para fora. Mais uma vez, ele voltou a ser um monstro sem nome. Depois, entrou em Hans, o sapateiro. Porém... Nhac nhac, chom chom, glup glup, gulp. Mais uma vez, voltou a ser um monstro sem nome. Então, tornou-se Thomas, o caçador. Mas logo depois... Nhac nhac, chom chom, glup glup, gulp. De novo voltou a ser um monstro sem nome. O monstro então foi a um castelo em busca de um bom nome. Ele encontrou um menino muito doente que vivia naquele castelo. — Se você me der o seu nome, eu o tornarei forte — disse o monstro. O menino respondeu: — Se você me deixar saudável e forte, eu lhe darei meu nome! Então, o monstro entrou no menino. E o menino ficou cheio de vigor. O rei ficou radiante. Ele anunciou: — O príncipe está saudável! O príncipe está forte! O monstro gostou muito do nome do menino. Ele também ficou satisfeito com a vida real no castelo. Assim, conteve-se, não importava o quanto sua fome aumentasse.
O Monstro Sem Nome
Dia após dia, apesar da fome crescente, o monstro permaneceu dentro do menino. Mas, finalmente, a fome se tornou insuportável... — Olhem para mim! Olhem para mim! — disse o menino. — O monstro dentro de mim ficou deste tamanho! O menino devorou o rei e todos os seus servos. Nhac nhac, chom chom, glup glup, gulp. O castelo ficou solitário com todos mortos, então o menino partiu em uma jornada. Ele andou e andou por muitos dias. Até que um dia encontrou o monstro que havia ido para o oeste. — Eu tenho um nome! — disse o menino. — E é um nome maravilhoso! Mas o monstro que foi para o oeste respondeu: — Quem precisa de um nome? Eu sou perfeitamente feliz sem um. Afinal, é isso que somos: monstros sem nome. O menino devorou o monstro que foi para o oeste. Por fim, ele tinha encontrado um nome, mas já não havia mais ninguém para chamá-lo por ele. Que pena, porque Johan era um nome tão maravilhoso.
O Monstro Sem Nome