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전체 공개 ・ 04.30

2026.04.30 (Thu)
Jamais pensei que chegaria a este ponto, nada descreve o que a voz não fala, quando o artista já não olha para as tintas, quando não agarra seu pincel com tanto sentimento, quando o escritor já não olha para folha borrada como se não fosse nada mais do que uma ideia, uma ideia de um erro, surgido das cinzas, como uma fênix, mas não sabe-se como até a lua, inspiradora de poetas e de casais — até mesmo quando continuava tão fria e cinza — continuava a ser a melhor das representações da maior tortura humana causada para si mesma e porque quer. Se meu peito que arde com tanto medo pudesse saber seu próprio rancor, talvez a realização da verdade aparecesse, a verdade que nem meus olhos querem ver, a que minha boca não quer falar e nem meu cérebro queria esquecer, mas de tanta dor acumulada da tortura aumentada que eu mesmo cometia, tanto faz quanto sofre contra a minha alma doentia, ainda fazia o buquê para sua primeira maravilha, invés de rosas, agora jazia apenas o lírio, tão venenosa de um rosto tão amado, de tanto sofrer agora já não existia, não existia neste mundo, não existia em outro, não existia comigo, não pretendia ficar perto de algo tão sofrido, mas se realmente me amava, nem que fosse de mentirinha, poderia ao menos voltar, como um abraço caloroso depois de uma viagem turbulenta, a qual que você nunca teria feito para longe de minha existência, longe da minha alma e para longe da minha mente. — Mel M. Leal P.S. Nada do que escrevo é sobre mim de fato, tenho uma escrita melancólica e que por alguma razão geralmente escolho palavras que rimam uma com a outra, faço textos assim e que possam ser identificáveis para quem os lê.