Quem vira uma tal flor, que a não cortara,/ De verde pé, da rama florescente,/ E quem um Anjo vira tão luzente,/ Que por seu Deus o não idolatrara? Se pois como Anjo sois dos meus altares,/ Fôreis o meu Custódio e a minha guarda,/ Livrara eu de diabólicos azares.
-Gregório de Matos