Estética de Hegel
Para Hegel como as Artes são obras de um tempo, talvez por serem conceituais de um período (e sempre foi assim, sempre tem um contexto histórico, social e ambiental a qual os artistas estão inseridos e que transparece em suas obras), elas sim mostram a verdade do seu tempo.
São obras do espírito absoluto que as fazem serem superiores à natureza por revelarem a verdade desse tempo.
Porém, Hegel julgou períodos da arte ao que ele acreditava que passavam ou não essa verdade, ou seja, uma verdade espiritual, uma arte podia evoluir para essa verdade espiritual ou ser apenas uma arte bela, que não tem uma mensagem clara.
Para ele, por exemplo, a arte do Antigo Egito não deixava clara sua mensagem, já a arte grega e a romântica expressa melhor o que para ele seria essa verdade.
A arte romântica expressava o exterior, as emoções além da estética.
Essas obras avançam até que chegue na poesia onde essa expressão evolui ainda mais.
Ele ainda separa o Belo natural do Belo artístico. O belo natural é a beleza encontrada na natureza (paisagens, animais, seres vivos) antes de ser processada pela consciência humana. No entanto, Hegel considera o belo natural inferior ao belo artístico.
O artístico tem o esforço do artista, comunica o que tem por dentro, é a manifestação do espírito.