O artigo reflete sobre mulheres em pé de igualdade aos homens na sociedade em geral, mas como são diferenciadas com a desculpa do "feminino" na arte, mas isso não é questionado aos homens.
Se um homem exerce criatividade num hobby "feminino" ele vira aquilo, se cozinha pode virar um cozinheiro e chef, se pinta vira um artista, pintor, se esculpe um escultor.
Já mulheres passam por um caminho árduo para serem levadas a sério no que fazem, não é merecimento ou uma questão de serem percebidas ou se tentar afirmar que são boas mesmo, como tantas artistas apagadas na história e sim porque ainda as diferenciam em questões de gênero.
Artistas ao longo da história criaram, como homens, além do seu estilo e sim num contexto histórico a qual estavam inseridas e não diferenciam em nada dos homens artistas que criaram em dados período.
A autora do artigo ainda fala sobre como isso é um problema institucional, não apenas justificando como homens bons ou mais, que envolve ambiente, contextos sociais, pessoas que já vem de um berço privilegiado social ou artístico e que não tem a ver com uma genialidade ou uma jornada de herói.