Comecei essa leitura na noite de Natal e acabei não a concluindo. Acho justo que minha primeira leitura do ano seja, então, a conclusão da última.
Há uma frase de que gosto bastante: “Às vezes precisamos morrer para saber por que estamos vivendo.” Esse livro me remete muito a essa ideia. É uma leitura agradável, mas com uma mensagem profundamente reflexiva. Embora eu tenha me divertido com a amargura de Scrooge ao longo da história, especialmente em cenas como esta:
“Esquecido de que ninguém podia escutá-lo, ele também gritou os seus palpites, que às vezes eram errados de propósito e, outras vezes, absolutamente corretos, pois ele tinha uma cabeça muito esperta quando queria passar a perna nos outros.” kkkkkkk
O conto retrata a importância de que, mesmo de maneira inconsciente, geramos impacto na vida das pessoas — seja ele positivo ou não. No fim, a única certeza que temos é a morte; por isso, que façamos escolhas em vida coerentes com a forma como pretendemos ser lembrados.
“Sei que você só quer me fazer o bem, e espero viver ainda para poder me tornar um homem diferente do que fui até hoje.”
