점수 분석
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평가 없음
oi vim compartilhar um joguinho que eu achei por acaso e simplesmente amei é um jogo de navegador (dá pra jogar no celular de boa) e ele é super simples e relaxante. a ideia é basicamente trocar mensagens: você tem uma listinha de pessoas pra falar e precisa encontrar elas num mapa lindo demais. aí elas te pedem pra procurar outra pessoa e passar uma mensagem… e assim vai. não tem pressa, não tem stress, é só curtir a vibe. sabe aqueles jogos bonitinhos que você joga só pra relaxar e apreciar o visual? então. esse é exatamente isso um belo achado pra quem gosta de jogos calmos e aconchegantes
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minha música favorita
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oi Eu acho que eu nunca pareci tão desesperada quanto agora. Tô indo pro segundo ano da faculdade e simplesmente não sei como conseguir um estágio sem surtar no processo. Eu converso com um amigo, ele me dá dicas, eu anoto tudo… mas quando eu realmente abro um site pra procurar vaga, parece que minha personalidade inteira entra em crise. Você já abriu uma vaga e pensou: “Meu Deus, é isso. É exatamente isso que eu quero.” E dois minutos depois: “Não, pera… será que eu quero isso mesmo?” Porque eu faço isso o tempo todo. Passei o dia inteiro procurando estágio e mandei um currículo. Um. E ainda acho que mandei pra um site meio suspeito, porque vamos combinar? A maioria desses sites parece golpe de tão mal feito que é. E aí vem o surto tecnológico: Todo mundo fala que tudo está no LinkedIn. Você abre a vaga no LinkedIn. Clica em “candidatar-se”. E vai parar em outro site. Nesse outro site você precisa criar uma conta. Preencher tudo de novo. Refazer seu currículo inteiro. Criar um perfil do zero. Sendo que você já tem o currículo em PDF. Isso é normal ou eu que tô exagerando? Porque sinceramente parece uma prova de resistência emocional só pra mandar um currículo. E aí entra outra crise: eu faço Marketing. Só que parece que metade das vagas confundem marketing com design. Sempre tem “Designer” no nome. Sempre pedem Canva. E eu preciso confessar uma coisa: Eu não gosto de Canva. Eu gosto de tirar foto. Gosto de gravar vídeo. Gosto de criar conteúdo. Mas Canva? Não desce. Sou obrigada a aprender uma coisa que eu não curto só porque virou regra do mercado? Sem contar um pequeno detalhe: eu não tenho computador. Faço tudo pelo celular. O que já deixa tudo 10x mais difícil. E pra fechar com chave de ouro: eu nunca trabalhei. Zero experiência. Como que alguém consegue experiência se ninguém dá a primeira oportunidade? E ainda parece que eu moro no fim do mundo. Porque tudo é “perto do Ibirapuera”. Mas Ibirapuera é longe de tudo. Principalmente de mim. Às vezes eu fico pensando: Será que eu tô escolhendo demais? Será que eu tô com medo de escolher errado? Ou será que eu só tô com medo de começar? Eu só sei que a sensação é essa: querer muito uma coisa e ao mesmo tempo não saber por onde começar. Se você já passou por isso… me conta: melhora? Ou a gente só aprende a fingir que sabe o que tá fazendo?
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Acho que, no geral, eu tô lidando com três grandes problemas ao mesmo tempo. Um vocês já sabem: o banco (sim, ainda o mesmo). Outro vem desde dezembro. E o terceiro… veio no domingo. E esse terceiro virou um barraco. Minha mãe estava passeando com a Pipoca, minha cachorra de 8 anos, tranquila, medrosa com outros cachorros. A gente mora num bairro residencial, quase não tem cachorro solto. Mas, quando minha mãe estava entrando no portão de casa, um cachorro grande de um vizinho apareceu do nada e mordeu a Pipoca três vezes. Você já sentiu aquele gelo no corpo quando algo acontece rápido demais? Eu estava no quarto, só ouvi os gritos. Quando cheguei, a Pipoca correu pra dentro de casa e se escondeu atrás do sofá, tremendo. Minha mãe estava em choque. A situação ficou ainda pior porque a Pipoca tem displasia coxofemoral, um problema no quadril que causa dor e já fez ela passar por cirurgia depois de um atropelamento anos atrás. Então o medo não era só pelo machucado, era pela dor. Fui atrás de quem estava com o cachorro. Ele continuava solto, indo atrás de outros cães. Quando o dono chegou, só pegou o cachorro e entrou em casa. Perguntei se era vacinado, ele disse que sim, mas não demonstrou nenhuma preocupação com a Pipoca ou com o que tinha acontecido. Isso também não te deixaria com raiva? Depois disso, foi um terror. Sangue, duas injeções dolorosas, ela gritando, eu, minha mãe e meu pai chorando. Nos dias seguintes, descobrimos que não era a primeira vez que esse cachorro atacava outros. Vizinhos confirmaram que ele já tinha histórico. Hoje a Pipoca está melhor. Foram três furos, sem pontos, remédios e pomada. Ela ainda sente dor, mas continua sendo ela mesma. Até quando a irresponsabilidade dos outros vira problema nosso? O dono ainda não apareceu. Vamos fazer questão de falar com ele e cobrar os custos, porque acidente acontece, descaso não. Às vezes, um problema não é só um problema. É medo, raiva e aquele instinto de proteger quem não pode se defender.
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pra chorar
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oi Hoje o assunto é frustração. E não aquela frustração pontual, tipo “ah, meu pedido atrasou”. É frustração de longa data. Daquelas que acompanham a gente desde cedo. Eu sempre fui frustrada. Dentro de casa, fora de casa. E eu nunca fiz muita questão de esconder isso. Eu falo. Eu deixo escapar. Eu deixo transparecer. E sim, as pessoas estranham. Principalmente quando eu não me seguro pra falar. Mas a real é que eu já sou tão frustrada que não me segurar não chega nem perto do que eu realmente queria dizer. O filtro que as pessoas acham que eu não tenho? Ele existe. Só é muito mais pesado do que imaginam. Eu nunca fui de brigar. Nunca fui de gritar, de fazer escândalo. Mas eu também nunca fui de deixar passar. Você conhece essa sensação de engolir coisa demais e decidir que algumas você simplesmente não vai mais engolir? Quando eu digo coisas como “aproveita seus amigos” ou “aproveita sua família amorosa”, eu falo muito sério. Não é frase bonita. Não é conselho genérico. É aviso. É experiência. É coisa que eu aprendi do jeito difícil. E o mais frustrante é que, na maioria das vezes, as pessoas não escutam. Elas concordam com a cabeça, dão um “é verdade”, e seguem fazendo tudo igual. Até perder. Até mudar. Até doer. E aí lembram do que eu disse, tarde demais. Eu não queria ser tão frustrada assim. De verdade. Porque isso me afeta em várias áreas da minha vida. Afeta meu jeito de falar, meu jeito de me relacionar, meu jeito de reagir. E é um peso que poucas pessoas realmente entendem. Às vezes eu sinto que pareço intensa demais. Sincera demais. Direta demais. Mas isso não vem do nada. Vem de um acúmulo enorme de coisas não resolvidas, de expectativas quebradas, de situações que nunca foram do jeito que deveriam ter sido. E sinceramente? De todas as pessoas com quem eu já conversei sobre isso, que não foram muitas, uma disse que entendeu. Uma. E até hoje eu não sei se ela entendeu mesmo… ou se só soube ouvir melhor. Você já sentiu que ninguém realmente entende o peso de algo que você carrega? Talvez a pior parte da frustração não seja sentir. É ter que explicar. É perceber que, mesmo explicando, quase ninguém alcança. Então hoje não é um texto com solução. Não é um texto otimista. É só um registro. Porque às vezes escrever é a única forma de não explodir. E talvez admitir que a frustração existe já seja um começo mesmo que ela ainda não vá embora.
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oi Sim. Hoje o assunto é aceitação. Aceitação de uma resposta, ou da falta dela, sobre o estágio que eu tanto quis e que eu tanto falei nos meus últimos dois blogs. E aceitação de mim mesma, em coisas que parecem pequenas, mas que acompanham a gente a vida inteira. Começando pelo mais inesperado: meu cabelo. Eu estou aprendendo a lidar com ele. De verdade. Minha primeira tatuagem, inclusive, foi sobre isso. Sobre o meu cabelo nunca ficar do jeito que eu queria. Ela é uma aranha na minha nuca, saindo do meu cabelo, como se o meu cabelo fosse uma teia de aranha. Porque é assim que eu sempre vi: um grande, enorme problema na minha vida. Ele nunca ficava certo. Nunca do jeito que eu imaginava. E quando eu era pequena, isso me irritava muito. Eu queria muito ter cabelo liso. E o meu sempre foi ondulado. Você já quis mudar algo em você só pra se encaixar melhor? Agora, anos depois, eu tô aprendendo a finalizar. A usar os produtos certos. A entender o que funciona pra mim. E, sinceramente? Eu tô surpresa. Deu certo. Eu acordei no dia seguinte, olhei no espelho e pensei: “Ué… que loucura.” O cabelo tava finalizado. Certinho. Do jeito que eu tinha tentado fazer na noite anterior. E eu fiquei feliz. Não só porque eu gostei do resultado, eu gostei, mas porque eu consegui. E isso me deixou mais feliz do que qualquer estética. Foi tipo: ok, talvez eu consiga lidar com isso. Agora… o outro tipo de aceitação. Sim, eu não fui aceita no estágio que eu tanto queria. Ou pelo menos é isso que eu acho. O estágio começa quinta-feira da semana que vem e até agora eu não recebi nada. Nenhuma resposta, nenhum contato, nada. E, até onde eu sei, existe um processo de entrevista antes de começar. Como isso não aconteceu, eu já tô assumindo que não rolou. E dói. Não vou fingir que não. Eu tô chateada. Porque eu queria muito que desse certo. É só mais um processo na minha vida entre tantos outros, eu sei. Mas era um que eu tava muito envolvida emocionalmente. Um que mexia comigo. Um que me fazia imaginar possibilidades. E aí vem aquele pensamento meio torto, meio dramático, mas muito real: parece até uma maldição. Toda vez que eu fico muito ansiosa por alguma coisa, essa coisa simplesmente não vai pra frente. Você também sente isso às vezes? Como se criar expectativa fosse pedir pra quebrar a cara? No fim das contas, hoje é sobre aceitar. Aceitar que nem tudo dá certo, mesmo quando a gente faz tudo direitinho. Aceitar que algumas respostas vêm em forma de silêncio. Aceitar que a gente pode ficar triste com isso, e tudo bem. Aceitar o cabelo. Aceitar a frustração. Aceitar o cansaço emocional. Não é sobre gostar da situação. É só sobre parar de brigar com ela. E, por enquanto, isso já é o máximo que eu consigo fazer.
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oi Ok. Provavelmente hoje eu vou receber alguma atualização. Seja boa ou ruim. Do estágio na Porsche Cup, uma das maiores corridas de monomarca da América Latina. E só de escrever isso já me dá um mini ataque cardíaco. Pra contextualizar: eu nunca entrei profissionalmente no automobilismo. Sempre foi um hobby. Um hobby que virou obsessão recente, mas ainda assim, hobby. Como eu falei no último post, tudo que vier profissionalmente disso pra mim já é lucro. Mas agora a coisa tá… meio real. Eu tô me inscrevendo na área de comunicação, que é literalmente o que eu estudo. Estou no terceiro ano de Propaganda e Marketing. Eu gosto de marketing de verdade, não é aquele “ah, foi o que deu”. E marketing é aquela área que cabe em qualquer lugar. Mas e quando esse “qualquer lugar” é o automobilismo? Eu nunca tinha feito um currículo na vida até isso aparecer. Eu segui exatamente o modelo que eles mandaram. Segui as instruções direitinho. Fiz tudo como pediram. Mandei até pra um amigo revisar e ele falou que tava perfeito, que eu me apresentei bem. E mesmo assim… eu tô ansiosa. Eu recebi mensagens dizendo que vai dar tudo certo. Que eu já tenho experiência em comunicação, mesmo que seja totalmente vinda da faculdade. Mas aí começa aquela voz chata na minha cabeça: “Tá, mas você não tem experiência focada em automobilismo.” E é verdade. Eu já fui em alguns eventos. Já fui em drift. Assisti à Fórmula E ano passado. Mas isso é o máximo de experiência “presencial” que eu posso citar. Porque eu entrei de cabeça nisso só há um ano. Um ano. Um ano atrás eu nem sabia direito sobre carro. E hoje eu sou praticamente uma maluca da Fórmula 1. Eu pesquiso tudo. Vejo tudo. Leio tudo. Consumo tudo. Não porque preciso, mas porque eu gosto. Porque virou fascínio. Você já mergulhou de cabeça em algo do nada e virou parte da sua personalidade? Talvez eu esteja sendo pessimista demais. Ou talvez eu esteja sendo realista demais. Eu sinceramente não sei. Eu sei que eu fiz o que estava ao meu alcance. Eu segui o que pediram. Eu me apresentei como sou. Eu mostrei minha experiência na comunicação. Eu deixei claro meu interesse. Mas mesmo assim, eu não consigo desligar a ansiedade. Hoje eu provavelmente não vou dormir direito. Porque quando junta duas coisas que você ama, marketing e automobilismo, não vira só uma oportunidade. Vira algo que mexe com você. E eu nunca me vi profissionalmente nessa carreira. Nunca sentei e falei “é isso que eu vou fazer”. Mas e se for? E se esse for o jeito inesperado que as coisas começam? Tudo que vier disso é lucro. Mas não é só lucro. É interesse real. É curiosidade. É vontade. E talvez isso já seja um começo. E você? Já esperou uma resposta que parecia pequena no papel, mas gigante dentro de você?
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oi Hoje eu tô cansada. Mas não é aquele cansada “ai, preciso dormir 8 horas”. É aquele cansada que parece que o dia inteiro sentou em cima de você. Talvez tenha começado no banco. Sim, eu estava lá de novo. Pelo mesmo problema. Porque sim, eu consegui fazer merda de novo. Eu já cheguei andando, voltei andando, fiquei esperando, resolvi (ou quase), e voltei pra casa já com aquela sensação de “não aguento mais resolver coisa chata”. E parece que banco tem um dom especial de sugar energia vital, né? Cheguei em casa e pensei: agora eu descanso. Descanso nada. Tive que lavar a cozinha. E claro que deu muito mais trabalho do que eu achei que daria. Sempre é assim. Você começa achando que vai ser rápido e, quando vê, já tá suando, irritada e questionando as próprias escolhas de vida. E aí vieram mais problemas. E mais problemas. E mais um. Porque aparentemente hoje era o combo completo. Agora eu tô aqui. Jogada na cama. Exausta. Com aquela sensação de que meu cérebro não quer mais processar nada. E no meio desse cansaço físico, veio o pior tipo de cansaço: o emocional. Eu queria estar conversando com uma pessoa específica. Queria mesmo. Queria aquela conversa leve, aquela troca, aquele mínimo de interesse genuíno. Mas, em vez disso, eu tô recebendo migalhas de atenção. E isso cansa. Não é a primeira vez que eu converso com ele sobre isso. Não é a primeira vez que eu falo como me sinto. E, sinceramente, eu tô cansada de ir atrás. Cansada de promessas. Cansada de “eu vou melhorar”. Cansada de sentir que eu tô sempre pedindo o mínimo. Às vezes dá uma vontade absurda de simplesmente aceitar que talvez eu vá morrer sozinha. E pode parecer dramático, pode parecer melancólico demais. Mas não é desespero. É exaustão. Eu já namorei. Já entrei em vários relacionamentos. Não sou inexperiente. Não sou ingênua. E talvez seja exatamente por isso que dói mais. Porque em todos eles, eu fui a primeira. Sempre a primeira a mandar mensagem. A primeira a puxar assunto. A primeira a demonstrar interesse. A primeira a tentar resolver. A primeira a insistir. E quase nunca recebi isso de volta. E sabe o que mais cansa? Não é nem a falta de resposta. É perceber que eu já tô prevendo o padrão. Que eu já sei como termina. E mesmo assim, eu ainda preciso passar por isso. Hoje eu tô cansada de ir até o banco. Mas eu também tô cansada de ir atrás de gente. E talvez o pior seja perceber que eu não queria estar desistindo. Eu só queria, pelo menos uma vez, não ser a única tentando. Será que é pedir demais querer reciprocidade sem precisar implorar por ela? Enfim. Hoje eu tô cansada. E espero que amanhã eu acorde menos.
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Oi. Hoje eu tive que ir ao banco. Cheguei 11:44 e saí 14:21. Sim, isso mesmo. Quase duas horas e meia da minha vida evaporaram. E tudo isso pra no final a atendente… apertar um botão. Enquanto eu estava lá, sentada, olhando pro nada, observando o vai e vem das pessoas e sentindo minha paciência escorrer pelo ralo, eu vi uma notícia que me fez parar pra pensar. Era algo assim: “Em Stanford, quatro pesquisadoras criaram o ‘Garmin da menstruação’. Um dispositivo capaz de rastrear o ciclo menstrual feminino de forma fidedigna, sem precisar de exame de sangue. A relevância disso está no fato de que os métodos atuais são desconfortáveis e inconvenientes, como furar o dedo ou fazer coleta de sangue. Por isso, poucas mulheres conseguem acompanhar seus hormônios de forma constante.” E aí, no meio daquele banco, esperando minha senha, tudo fez sentido. No fim das contas, tudo isso fala sobre a mesma coisa: tempo. Ou melhor… sobre como a gente não tem mais paciência pra nada. Já reparou nisso? O que antes era um “vou ali rapidinho e já volto” hoje virou um drama só de pensar em esperar. Esperar fila, esperar atendimento, esperar resposta, esperar qualquer coisa. Parece que o simples ato de esperar virou quase ofensivo. A gente quer tudo agora. Ou, no máximo, em cinco minutos. E as empresas sabem disso. Sabem muito bem. Por isso tudo tem versão online. Banco online, mercado online, médico online, terapia online, tudo online. Não é só comodidade, é sobrevivência. Eles entenderam que a nossa maior preguiça hoje não é fazer as coisas, é perder tempo. E olha como isso conecta com a notícia: acompanhar hormônios exige tempo, esforço, desconforto. Furou o dedo? Já perdeu a pessoa. Exame de sangue constante? Nem pensar. Então vem a tecnologia e fala: “calma, eu resolvo isso pra você”. Menos espera. Menos esforço. Menos incômodo. Enquanto isso, eu estava lá. Presa numa fila física, num sistema lento, esperando alguém apertar um botão que provavelmente poderia ter sido apertado por mim mesma em algum aplicativo. É estranho pensar que, ao mesmo tempo em que a tecnologia avança pra facilitar coisas super complexas, a gente ainda perde horas com coisas simples. Parece que o mundo anda em velocidades diferentes ao mesmo tempo. Talvez o problema não seja só a falta de paciência. Talvez seja o contraste. A gente se acostumou com a rapidez em quase tudo, e quando algo não acompanha esse ritmo, parece insuportável. No fim, eu saí do banco com o problema resolvido e uma certeza: hoje em dia, tempo virou moeda. E ninguém quer gastar essa moeda esperando. E você? O que foi a última coisa que te fez pensar “cara… eu perdi tempo demais com isso”?
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Oi. No meu último post eu falei que fiz meu primeiro currículo da vida. E junto com isso veio a ansiedade, óbvio. Não só porque era a primeira vez fazendo algo assim, mas porque era pro automobilismo. E isso já muda tudo. Eu amo automobilismo Mas, sendo bem sincera, eu nunca pensei exatamente em entrar nessa área. Eu tô no terceiro semestre de Propaganda e Marketing, e todo mundo sabe que marketing é aquela área coringa: dá pra trabalhar em basicamente qualquer lugar. E, melhor ainda, é uma área que eu realmente gosto. Mesmo assim, sempre que eu falo dessas duas coisas juntas, marketing e automobilismo, sempre aparece alguém perguntando: “Mas você já pensou em trabalhar com automobilismo?” E a minha resposta sempre foi: não 🙂 Ou pelo menos… não com tanta certeza assim. Eu sempre falei que tudo que viesse do automobilismo, pra mim, já era lucro. Experiência, aprendizado, vivência. Nunca tratei isso como um plano real. Era mais um “se acontecer, aconteceu”. Só que depois de tudo que rolou no último ano, eu comecei a pensar diferente. Aos poucos. Meio sem querer. Comecei a me perguntar se talvez isso não fosse uma má ideia. Ainda parece distante, ainda soa como um sonho bem SONHO mesmo. Daqueles que você fala meio rindo, pra não criar expectativa. Mas, ao mesmo tempo, essa ideia não sai da cabeça. Fica ali cutucando, sabe? Aquela pulga atrás da orelha que não vai embora. Eu não sei onde isso vai dar. Não sei se vira carreira, uma experiência pontual ou só mais uma história pra contar. Mas talvez o primeiro passo seja parar de descartar a ideia antes mesmo de tentar. E você, já teve algum sonho que começou assim? Meio torto, meio sem querer, só porque ele decidiu ficar?
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uma música nova pra vcs conhecerem
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oi Ontem eu entrei numa nova rede social. Ainda tô aprendendo como mexe, clicando sem muita certeza, mas confesso que curti a ideia. A vibe de mini-blog me ganhou fácil. Parece um diário online, só que menos dramático (às vezes) e mais “vou só escrever o que tô pensando”. Apesar disso, achei o app meio pouco intuitivo. Às vezes dá a sensação de que ele podia ser mais simples. E a personalização… nossa, bem limitada. Tudo acaba ficando meio igual, e eu sinto falta de deixar as coisas mais com a minha cara. Você também sente essa necessidade de personalizar tudo ou sou só eu sendo chata? Outra coisa que reparei é que não parece ter tanta interação entre as pessoas. Pelo menos pelo que vi até agora. Parece mais um lugar pra jogar pensamentos no mundo do que pra trocar ideia de verdade. E o mais curioso: só o fato de parecer um mini-blog já dá aquela sensação de que você tem que escrever bastante, mesmo ninguém pedindo isso. Uma parte que eu gostei bastante foi o esquema de categorias. Dá pra criar várias, misturar tudo, mudar depois… bem livre. Isso me agradou. No geral, eu gostei da plataforma, só acho que com um pouco mais de personalização ela ficaria muito mais interessante. E já que a ideia aqui é registrar coisas importantes, ontem eu fiz uma que me deixou completamente nervosa: fiz meu primeiro currículo da vida. E não foi qualquer currículo. Foi pra um estágio na Porsche Cup, uma das maiores corridas de monomarca da América Latina, na área de comunicação. É um projeto de poucos dias, voltado pra mulheres, e eles prometem ensinar muita coisa. Mesmo assim, o nervosismo bateu forte. Mesmo eles explicando como fazer o currículo, eu fiquei cheia de dúvidas. Será que fiz certo? Será que escrevi besteira? Será que ficou bom o suficiente? Eu tenho experiências da faculdade, mas não exatamente na área, e isso sempre dá aquela insegurança extra. Mas pensando melhor, eu realmente não acho que eles estejam exigindo alguém super experiente. A proposta é aprender. Querer aprender já deveria contar, né? Quando a notificação de abertura das vagas apareceu, eu fui correndo fazer tudo. Quase não li a vaga direito no começo, só voltava pra conferir se não tava fugindo muito do que pediam. Resultado: ansiedade no talo e eu indo dormir quase uma e meia da manhã. E só de pensar que pode rolar uma entrevista presencial, meu nervosismo dobra automaticamente. Nunca pensei em trabalhar com automobilismo, mas, sinceramente, tudo que envolve isso, pra mim, é lucro. É experiência, é aprendizado, é sair do óbvio. E você, já se jogou em alguma oportunidade sem saber muito bem onde isso ia dar?
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alguem's