Cara, nem utilizando todas as palavras do mundo, eu conseguiria transcrever o quão importante é esse filme pro cinema brasileiro.
Trazer à tona, a adaptação do relato de um médico sanitarista (drauzio varella), de dentro de um presídio como foi o carandiru, é indescritível
falar de toda o preconceito presente nos anos 90 com a população hiv+, a forma como era abordada, o respeito dele com as mulheres trans, além de contar inúmeras histórias de vida.
Necessário demais mostrar a precariedade que viviam os presidiários, bem como, abordar de forma sincera e sangrenta, o que foi a chacina ocorrida lá no ano de 92, onde a polícia militar matou brutalmente 111 presos durante uma rebelião
e novamente, o cinema brasileiro mostra a sua força através da arte!