점수 분석
4nostalgic's
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≤4.8
Uma delícia!! Facilmente comeria todos os dias. Crocante, apenas três ingredientes, apetitoso e definitivamente um lanchinho que, de fato, enche e não apenas “engana a fome.”
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Indo dormir com os dedos cheios de cola isopor porque simplesmente decidi que irei voltar a fazer meu journal. As páginas ficaram lindas… 🥺
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Dedicado para todos aqueles que detestam despedidas. Sejam de pessoas, lembranças ou locais atingidos pelo tempo. Drifting Home, a princípio, parece ser uma obra dedicada ao ponto de vista do que uma relação pode proporcionar, do espaço que uma amizade de longa data pode ocupar. Não poderíamos estar mais enganados. A obra elabora, pacientemente, a expressão de sentimentos perturbadores que preenchem o peito de crianças que temem o presente por situações passadas. De crianças que carregam uma bagagem pesada de traumas, de culpa, de remorso e medo. De uma criança que se apegou fortemente ao que se estilhaçou logo em seguida, e que teve que se despedir novamente quando achou ter recuperado ao menos um pouco do que antes desfrutava. De uma criança que se calou, e aceitou, que jamais seria escutada, ativamente ouvida. E que, silenciosamente, se deixou ser a acumuladora dos temores de quem deveria lhe sustentar, se tornando o indivíduo maduro que não deveria se tornar. Drifting Home é dedicado para todos aqueles possuem uma criança interior machucada. E dedicado para todos aqueles que possuem laços íntimos com o passado. — V.
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Foi a minha segunda tentativa e ficou uma delícia. Coloquei açúcar por cima dessa vez, nada enjoento, bem crocante e derretendo na boca.
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— Primeira temporada. A jornada de uma elfa que, infelizmente, tem excesso de intimidade com o termo “tarde demais”. Frieren é a personificação de todos os momentos passados com tanta banalidade mas que, mais tarde, abrem uma cova insensível em seu peito. Que mais tarde abrem cicatrizes, que sequer sua derme tem ciência sobre, de maneira cruel. Pela saudade. Pelo arrependimento de não ter aproveitado o suficiente, de não ter sido esperta o suficiente, de não ter sentido o suficiente. Pela sensação de ser tarde demais. Pelo amargo no paladar ao tentar preencher aquele vazio, com novas pessoas, com novas experiências, com maturidade renovada, mas não obter qualquer sucesso. Porque, querendo ou não, seu corpo pode estar alí, no tangível, mas sua alma sempre caminhará para onde ela pertence, agora intocável. Porém tão tarde enxergamos casa, pertencimento, onde, realmente, é lar. Frieren caminha e dela tenho um pedaço mim, por tantos íntimos motivos. Apesar de todas as suas qualidades, a obra ainda enfrenta críticas fúteis e sexualização, a maioria delas feitas por pessoas que sentem prazer em estragar qualquer criação que envolva o mínimo de interpretação ao invés de seios pulando na tela, roteiro com a originalidade de um “copia e cola” e falta de tato social. “Frieren e a jornada para o Além” não foi feito por estética ou para aqueles que desejam lutas sem nexo através de uma narrativa fraca e personagens fáceis, mas sim para aqueles que foram atingidos pelo tempo e ainda estão se recuperando. — V.
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Me leve de volta para o momento em que seu calor era capaz de combater o frio latente do muro ao redor de mim. Faça brilhar novamente o meu hostil ambiente, o torne refúgio.
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Seres humanos não possuem asas porque muito cedo os chegaria o entendimento de que, na verdade, já estamos no inferno. O habitamos. O chamamos de lar. Em uma tentativa lúcida, cínica, de escapar, grande parte ousaria tentar voar para longe, para o céu. Para o Paraíso. Praguejariam então ao se desiludirem, ao perceberem que mesmo o céu contempla o inferno. Suas assinaturas são a mesma. Para onde devem ir os que estão em uma linha tênue entre o anseio por liberdade e o sufocamento incessante desse lugar? Para onde caminha o destino senão apontando em direções opostas?
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Entrou pelo meu nariz como uma droga, se infiltrou nas minhas veias como uma adrenalina e permaneceu na minha mente como a alucinação de um sonho inalcançável.
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Para mim, amante de obras cheias de reviravoltas, “O preço da confissão” é a definição de um trabalho bem feito. Trama muito bem estruturada, suspense que lhe faz sentir sensações por debaixo da própria carne, todos os pontos da história muito bem preenchidos. Roteiro limpo e liso, personagens humanos e o reflexo realista do que uma pessoa faria ao se encontrar na linha tênue entre injustiça e insanidade. E as atitudes que uma mente adoecida tomaria ao longo de sua própria crueldade na tentativa de se esgueirar de suas próprias atuações. Jamais poderia deixar de citar minha personagem favorita: Mo-eun, interpretada pela atriz Kim Go-eun. Talvez pelo hábito de tomar para mim personagens quebrados, mas definitivamente também pela identificação e pela profundidade emocional dessa personagem, que poucos conseguiriam compreender, além da atuação e expressão de excelência. Seria mentira dizer que continuei assistindo apenas pela trama, Mo-eun me cativou de divergentes maneiras. — V.
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Dar a arma prometendo a confiança de saber que não irão apertar o gatilho, enquanto há outra arma debaixo de suas próprias vestes.
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Te esperaria por vidas inteiras, mesmo odiando. Mas, por favor, me encontre antes que duas galáxias se choquem.
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Entrou pelo meu nariz como uma droga, se infiltrou nas minhas veias como uma adrenalina e permaneceu na minha mente como a alucinação de um sonho inalcançável.
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A moça está no mesmo dia, e no mesmo horário que o meu arco. Ou seja, além de ter que lidar com situações insuportáveis no trabalho, também tenho que ter esse autocontrole no curso. Depois do que aconteceu anteriormente, no dia seguinte teríamos aula e, adivinhem, o tema foi praticamente o mesmo do que havíamos “conversado” anteriormente. Já podem imaginar o que aconteceu, certo? Apenas para recapitular: (10/06) Quarta-feira: Mais um dos surtos da moça, porém o dia em que mais houve insistência e alfinetadas. Justamente quando decidi postar sobre para não ficar com aquilo na cabeça. (11/06) Quinta-feira: Dia de curso, vulgo o que estou comentando sobre. (12/06) Sexta-feira: Momento em que ela me chamou para conversar poucos minutos antes de terminar seu expediente. Quando o dia se iniciou naquela sala, o clima já estava prometendo confusão, porém eu permaneci na minha e fazendo comentários pontuais apenas com o meu grupinho. A questão é que, sempre que a professora pedia um ponto de vista mais detalhado e eu falava, ela vinha logo em seguida, sempre com o intuito de rebater, mas não obtinha nenhuma faísca minha, visto sei perfeitamente do que esse tipo de gente gosta e não costumo dar atenção para o que não vale o esforço. O que ela não esperava era que tantas pessoas estariam contra tudo que saía de sua boca, muitos ali já estavam começando a ficar incomodados e isso era notório. Porém, o que também ninguém esperava que fosse acontecer era que uma técnica da organização geral do curso fosse aparecer na sala, e essa foi a situação onde tudo desabrochou. Ela indagou sobre algumas questões para a gente, se mantendo focada apenas sobre o conteúdo passado nas aulas teóricas, e eu fiz menção à localização do nosso polo, que é longe de tudo, sendo literalmente em um interior, e que sempre tínhamos que pedir Uber para conseguir acessar, visto que transporte público não está disponível naquela área para quem é de fora e que era necessário desembolsar 130 reais todo mês apenas para conseguir estar lá em um dia da semana, além da falta de segurança durante o trajeto. Levei para frente o posicionamento de todas as pessoas que tem vergonha de falar abertamente e o que recebi de volta foi o desdém descarado dessa “profissional”, porém não cedi em momento algum e continuei firme no que dizia, o que, obviamente, a incomodou. E pasmem, a alecrim defendeu a mulher, disse que deveríamos nos colocar no lugar da instituição, no lugar da empresa e tantas outras besteiras. No intervalo ficou soltando comentários para o meu grupo, sobre como deveríamos “nos colocar no nosso lugar”, sobre “ter maturidade”. Mas o melhor veio depois, a discussão sobre arte gerada por IA se iniciou novamente, ela entrou em defesa DE NOVO, comparando essa situação de ROUBO de obras através da inteligência artificial com a de um matemático utilizando calculadora para cálculos, no intuito de “facilitar”, e um garoto jantou ela (um muito bonitinho, inclusive), falando sobre como era um ponto de vista tosco, distorcido e desbalanceado, falando sobre expressão artística e sobre a própria família no quesito de ascensão da tecnologia. Ela ia comentar mais alguma coisa, porém foi impossível não puxar uma salva de palmas para ele. Impecável. E estavam praticamente todos falando mal dela no grupo do WhatsApp, que se não tinha cérebro era melhor nem falar. E fui adotada, oficialmente, como a porta-voz sem nem fazer menção disso. Às vezes, não há necessidade de fazer nada quando alguém quer te tirar do sério e eu vi isso perfeitamente naquela quinta-feira KKKKKKKK
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Quando a recomendação do Spotify não decepciona.
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A obra possui o semelhante caminho traçado por tantos outros filmes voltados para o público infantil, mas não deixa de ser emocionante e, igualmente, cativante. “Trocados” traz a perspectiva de que em um mundo repleto de indiferenças, o medo será sempre o sentimento predominantemente. De maneira simbólica, foi expressado com curiosidade como possuímos todos os sentidos essenciais para a compreensão do ponto de vista do outro, mas sempre priorizamos a nós e aos nossos iguais até que alguém, em toda a sua sabedoria, dê um passo a maior em direção ao que faz o coração bater mais forte.
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