4nostalgic's
점수 분석
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0.7≤
0
~1.2
0
~1.7
0
~2.2
0
~2.7
4
~3.2
1
~3.7
3
~4.2
1
~4.7
15
≤4.8
4.8~5
4.3~4.7
3.8~4.2
3.3~3.7
Sensacional. Li algumas críticas antes de formular a minha, todas vazias, focando em apontar falhas inexistentes em relação ao roteiro, com menções como a de que a obra foca em humanizar a autora do crime ao invés de relatar o ocorrido de maneira imparcial. Bom, não é um documentário, sim? Eu, particularmente, estou satisfeita. Achei, de fato, inebriante a maneira em que as cenas foram gravadas, cheias de autonomia e sem o temido “efeito Netflix”. A mudança da câmera de local apenas quando há uma real motivação narrativa, a iluminação expressando o sentimento e, especialmente, a estética naturalista presente ao invés do glamour artificial mostram que, minuciosamente, a produção foi muito bem elaborada. “Elize: Sombras de uma mulher” é uma viagem direta para a mente humana. Focando, pela primeira vez, em Elize. Apenas Elize. Não Matsunaga. Não a ex esposa de Marcos. Apenas Elize. Elize. Poderia passar horas falando sobre como traumas anteriores e o desespero desencadeiam o que adormece em cada um de nós, mas eu estaria então escrevendo um livro. — V.
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Dedicado para todos aqueles que detestam despedidas. Sejam de pessoas, lembranças ou locais atingidos pelo tempo. Drifting Home, a princípio, parece ser uma obra dedicada ao ponto de vista do que uma relação pode proporcionar, do espaço que uma amizade de longa data pode ocupar. Não poderíamos estar mais enganados. A obra elabora, pacientemente, a expressão de sentimentos perturbadores que preenchem o peito de crianças que temem o presente por situações passadas. De crianças que carregam uma bagagem pesada de traumas, de culpa, de remorso e medo. De uma criança que se apegou fortemente ao que se estilhaçou logo em seguida, e que teve que se despedir novamente quando achou ter recuperado ao menos um pouco do que antes desfrutava. De uma criança que se calou, e aceitou, que jamais seria escutada, ativamente ouvida. E que, silenciosamente, se deixou ser a acumuladora dos temores de quem deveria lhe sustentar, se tornando o indivíduo maduro que não deveria se tornar. Drifting Home é dedicado para todos aqueles possuem uma criança interior machucada. E dedicado para todos aqueles que possuem laços íntimos com o passado. — V.
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Foi a minha segunda tentativa e ficou uma delícia. Coloquei açúcar por cima dessa vez, nada enjoento, bem crocante e derretendo na boca.
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— Primeira temporada. A jornada de uma elfa que, infelizmente, tem excesso de intimidade com o termo “tarde demais”. Frieren é a personificação de todos os momentos passados com tanta banalidade mas que, mais tarde, abrem uma cova insensível em seu peito. Que mais tarde abrem cicatrizes, que sequer sua derme tem ciência sobre, de maneira cruel. Pela saudade. Pelo arrependimento de não ter aproveitado o suficiente, de não ter sido esperta o suficiente, de não ter sentido o suficiente. Pela sensação de ser tarde demais. Pelo amargo no paladar ao tentar preencher aquele vazio, com novas pessoas, com novas experiências, com maturidade renovada, mas não obter qualquer sucesso. Porque, querendo ou não, seu corpo pode estar alí, no tangível, mas sua alma sempre caminhará para onde ela pertence, agora intocável. Porém tão tarde enxergamos casa, pertencimento, onde, realmente, é lar. Frieren caminha e dela tenho um pedaço mim, por tantos íntimos motivos. Apesar de todas as suas qualidades, a obra ainda enfrenta críticas fúteis e sexualização, a maioria delas feitas por pessoas que sentem prazer em estragar qualquer criação que envolva o mínimo de interpretação ao invés de seios pulando na tela, roteiro com a originalidade de um “copia e cola” e falta de tato social. “Frieren e a jornada para o Além” não foi feito por estética ou para aqueles que desejam lutas sem nexo através de uma narrativa fraca e personagens fáceis, mas sim para aqueles que foram atingidos pelo tempo e ainda estão se recuperando. — V.
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Me leve de volta para o momento em que seu calor era capaz de combater o frio latente do muro ao redor de mim. Faça brilhar novamente o meu hostil ambiente, o torne refúgio.
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Seres humanos não possuem asas porque muito cedo os chegaria o entendimento de que, na verdade, já estamos no inferno. O habitamos. O chamamos de lar. Em uma tentativa lúcida, cínica, de escapar, grande parte ousaria tentar voar para longe, para o céu. Para o Paraíso. Praguejariam então ao se desiludirem, ao perceberem que mesmo o céu contempla o inferno. Suas assinaturas são a mesma. Para onde devem ir os que estão em uma linha tênue entre o anseio por liberdade e o sufocamento incessante desse lugar? Para onde caminha o destino senão apontando em direções opostas?
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Entrou pelo meu nariz como uma droga, se infiltrou nas minhas veias como uma adrenalina e permaneceu na minha mente como a alucinação de um sonho inalcançável.
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Para mim, amante de obras cheias de reviravoltas, “O preço da confissão” é a definição de um trabalho bem feito. Trama muito bem estruturada, suspense que lhe faz sentir sensações por debaixo da própria carne, todos os pontos da história muito bem preenchidos. Roteiro limpo e liso, personagens humanos e o reflexo realista do que uma pessoa faria ao se encontrar na linha tênue entre injustiça e insanidade. E as atitudes que uma mente adoecida tomaria ao longo de sua própria crueldade na tentativa de se esgueirar de suas próprias atuações. Jamais poderia deixar de citar minha personagem favorita: Mo-eun, interpretada pela atriz Kim Go-eun. Talvez pelo hábito de tomar para mim personagens quebrados, mas definitivamente também pela identificação e pela profundidade emocional dessa personagem, que poucos conseguiriam compreender, além da atuação e expressão de excelência. Seria mentira dizer que continuei assistindo apenas pela trama, Mo-eun me cativou de divergentes maneiras. — V.
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Dar a arma prometendo a confiança de saber que não irão apertar o gatilho, enquanto há outra arma debaixo de suas próprias vestes.
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Te esperaria por vidas inteiras, mesmo odiando. Mas, por favor, me encontre antes que duas galáxias se choquem.
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Entrou pelo meu nariz como uma droga, se infiltrou nas minhas veias como uma adrenalina e permaneceu na minha mente como a alucinação de um sonho inalcançável.
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Quando a recomendação do Spotify não decepciona.
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A obra possui o semelhante caminho traçado por tantos outros filmes voltados para o público infantil, mas não deixa de ser emocionante e, igualmente, cativante. “Trocados” traz a perspectiva de que em um mundo repleto de indiferenças, o medo será sempre o sentimento predominantemente. De maneira simbólica, foi expressado com curiosidade como possuímos todos os sentidos essenciais para a compreensão do ponto de vista do outro, mas sempre priorizamos a nós e aos nossos iguais até que alguém, em toda a sua sabedoria, dê um passo a maior em direção ao que faz o coração bater mais forte.
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Trama familiar ou, pelo menos, a tentativa da criação de um. Se não fossem pelos elementos que colocaram a protagonista debaixo de lençóis cujo o tema principal foi desfocado por meros centavos de romance, a obra definitivamente teria alavancado. “Sinta a Minha Voz” é um dos típicos filmes que te fazem ficar no aguardo do ápice de emoções mas que, no final, acaba por lhe decepcionar, ainda que sutilmente. Se fosse inteiramente dedicado a confusão vivenciada diariamente por Eletta, entre suas sufocantes responsabilidades (basicamente obrigatórias) e a decisão de ser livre ou acatar a vontade egoísta de sua família, principalmente sua mãe, definitivamente teria me cativado de maneira notável. Assistir a esse filme é, definitivamente, uma experiência que vale a pena caso não se importe tanto com o desenvolvimento, ou quaisquer expectativas, mas sim com a mensagem que ele quer passar. Minha personagem favorita é, sem sombra de dúvidas, a professora Giuliana. Sensata e necessária. — V.
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