peioueivis's
점수 분석
4.8~5
tinha visto comentários sobre esse livro provavelmente no feed do skoob há algum tempo e embora eu não me lembre de nenhum propriamente dito, eu internalizei que ele era um livro fantástico do ponto de vista de outros leitores. desde então, esse livro entrou na minha wishlist por curiosidade. finalmente chegou a vez dele, passando na frente de alguns outros para fazer a transição entre mibha fase romance e o wicked que eu vou ler em seguida, e eu cheguei, como de costume, sem saber o que esperar, já que eu sequer lembrava qual era a trama principal. e eu me surpreendi e muito. no começo eu fiquei na dúvida se o livro não seria infanto-juvenil, pela forma como ele era escrito e a forma como falava sobre adolescentes serem as melhores pessoas, mas conforme o livro se aprofunda, penso que o público mais novo não deveria ler esse tanto de desgraça em vez de livros felizes, mas, afinal, o público mais novo também não deveria sofrer o que louisa, joar, ali, ted e o artista sofreram, e mesmo assim elas sofrem. o livro é emocionante de início a fim. não demorou pra eu me apegar aos personagens e querer ouvir a história até o fim como louisa, ainda que eu tivesse medo de perder todo mundo e ter um final infeliz. eu quase chorei diversas vezes, não só pela quantidade de coisa ruim que acontece com essas crianças, mas pela forma como o autor desenvolve tudo, com uma beleza impressionante. frases que eu consigo imaginar sendo citadas tão amplamente quanto as de o pequeno príncipe por aí, tamanha beleza e verdade que elas carregam ao mesmo tempo. o livro inteiro foi uma mistura entre riso e choro como foi a vida inteira das crianças, e eu acho tudo sobre ele fantástico. é um livro sobre luto, arte, sofrimento, amizade, envelhecimento, juventude, baixas expectativas e esperança, tudo na mesma medida. um equilíbrio entre as coisas ruins e as coisas boas, assim como na vida, que nos lembra por que vale a pena viver, sonhar e seguir em frente, apesar dos muitos pesares que nos aflingem na nossa jornada.
3
no dia do concerto final da disciplina de canto coral, minha cabeça tava a mil. eram muitos sentimentos conflitantes, muita decepção, e eu achei que não ia conseguir aproveitar a apresentação em si. acontece que quando eu subi no palco, tomei meu lugar, vi meus amigos de um lado da plateia e meu pai do outro, tudo se tranquilizou, e mais ainda quando começamos a cantar. absolutamente tudo desapareceu e a única coisa que importava era estar ali, naquele palco, fazendo parte de algo maior. é claro que ninguém a não ser os meus me viam, ninguém conseguia diferenciar minha voz das outras, mas o especial de fazer parte de um coral é exatamente isso. ser parte de algo maior, saber que a minha voz, por menor que esteja, se une a tantas outras e cria o todo que a plateia recebe, e isso é mágico. simplesmente fantástico. me senti extremamente bem e feliz por fazer parte disso, e passou tão rápido que fiquei triste que a gente tenha passado quatro meses preparando essas músicas para elas se acabarem tão rápido, em menos de uma hora de apresentação. queria que pudessemos continuar fazendo isso pra sempre, como sair em turnê e apresentar as mesmas músicas várias vezes. eu estive pensando recentemente sobre continuar no coral no próximo semestre, mas acho que depois da apresentação ficou claro que eu preciso de mais disso, preciso fazer tudo de novo mas fazendo certo desde o começo, que eu preciso saber quais vão ser as músicas do próximo semestre, que eu não posso deixar que essa seja minha única participação no coral, que durou só cinco meses. enquanto eu estava no palco aquela manhã, pensei em como nós provavelmente seríamos aplaudidos de pé e me lembrei de auggie de extraordinário falando que todos na vida deviam ser aplaudidos de pé pelo menos uma vez na vida. nós realmente fomos aplaudidos de pé ao final do concerto, e eu fico satisfeita de ter garantido esse momento nessa vida.
2
eu tenho a impressão de que todo livro que eu leio da emily henry eu falo que é meu novo favorito mas agora é definitivo: nenhum livro dessa autora pode ser melhor do que lugar feliz (né??????) eu sempre falo que os livros da emily são muito mais do que só sobre romance, sempre tem algum outro conflito emocional a mais, mas esse se superou até nisso porque são muitas temáticas acontecendo ao mesmo tempo e todas elas com maestria. não é só sobre wyn e harriet, mas sobre cleo, sobre sabrina, sobre amizade, sobre as famílias de wyn e harriet, sobre o estado mental de wyn e as piadinhas autodepreciativas a que ele está acostumado, é sobre os conflitos de harriet em relação à própria vida e às escolhas dela, é sobre TUDO. sobre a vida. e eu acho isso lindo. eu oficialmente chorei num livro da emily e não foi só uma vez. sinto que marquei o livro de início a fim e teve muita coisa com que eu me identifiquei, fosse no contraste entre a família da harry e do wyn, fosse numa fala da cleo mais ao fim do livro, fosse na simples ideia de ter um lugar pra onde escapar com os amigos apesar da distância e das ocupações da vida adulta. me emocionei com bastante coisa e perdi as contas de quantas vezes eu quis fechar o livro e ir abraçar meus pais ou dizer que amo meus amigos ou mandar mensagem pro meu namorado falando "isso aqui é igual nós". enfim, poderia passar horas falando sobre tudo que eu senti com esse livro mas ao mesmo tempo é difícil definir e prefiro só sentir. mentalmente eu ainda estou vivendo dentro dele e novamente sinto que é traição abrir outro livro imediatamente depois de acabar esse porque a impressão é de que eu não posso seguir em frente, não posso deixar esse universo pra trás tão facilmente.
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FINALMENTE puxei nem te conto da estante e DEVOREI essa delícia de livro. eu tinha altíssimas expectativas e elas foram não só cumpridas mas ultrapassadas, e ele se tornou meu livro favorito da emily henry em pouquíssimas páginas. como de costume pra henry, o livro começa numa pegada bem leve e descontraída, mesmo com o cenário caótico do término entre peter e daphne e miles e petra, mas mesmo na merda os personagens me fizeram rir bastante, em específico a energia caótica dos dois juntos conforme foram se aproximando e se tornando amigos. dali pra frente é tudo delicioso como sempre é, aquela mistura entre desejo e curiosidade se transformando em paixão aos poucos que me convence muito facilmente na narrativa da henry, e, claro, temáticas mais profundas da psicologia dos protagonistas que é provavelmente minha coisa favorita sobre os romances dela: nunca é só uma historinha de amor gostosinha em que tudo parece que é escrito pra contribuir com o desenvolvimento e os conflitos do casal principal, e sim parece que tudo é criado realmente pensando em tornar os personagens mais humanos, reais, como se fossem pessoas de carne e osso e eu AMO isso na escrita da autora. enfim, pra mim foi tudo maravilhoso: a premissa, a dinâmica dos personagens, o humor, os conflitos internos, tudinho mesmo. como sempre me deixou com gostinho de quero mais, ainda bem que ainda tenho mais dois livros dela na estante pra ler mas sei que vou ficar completamente desolada quando acabar e não tiver mais nada dela pra consumir 💔
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nessa semana finalmente tivemos nosso primeiro congresso de léxico, comunicação, acessibilidade e tecnologia, promovido pelos professores razky e yuko, also meus orientadores de pibic e coordenadores do projeto dialetopedia, e claro que colocaram eu e outros membros do projeto pra trabalhar como monitores. foi uma semana cheia mas muito proveitosa! terça foi o dia mais leve pra mim, porque eu fui só pela manhã e acabei não fazendo nada. de qualquer forma, valeu super a pena simplesmente porque eu encontrei com a rachel, que como de costume perguntou como ta minha vida em relação à dupla habilitação (mãe) e ainda por cima prometeu me enfiar no projeto de extensão dela no próximo semestre. além disso, ainda me elogiou pro meu orientador de pibic/tcc, dizendo que eu sou uma ótima aquisição pro projeto e que eu sou um gênio, ela realmente ficou muito feliz de saber que sou parte do dialetopedia agora e eu bem assim 🥰🥰🥰 na quarta que os trabalhos realmente começaram. pela manhã, ajudei a marcar o tempo de duas conferências, uma sobre terminologia e a outra sobre fraseologia do magnífico professor salah mejri, embora tenha sido francês e eu tenha tido que me esforçar muito pra conseguir entender algumas pequenas coisinhas. ainda tomei bronca dele por marcar o tempo e deixar ele nervoso, mas foi bem engraçadinho e eu ainda pude arriscar meu francês na hora de pedir desculpas. pela tarde, monitorei a sessão de comunicação 4 com sucesso, apesar de ter um pequeno problema com a live no youtube que logo foi resolvido. de resto, cuidei da transmissão e da projeção dos slides com maestria, e deu tudo super certo. na quinta, o ritmo foi bem parecido. comecei o dia marcando o tempo pra conferência sobre fraseologia, que foi INCRÍVEL, e eu nem precisei levantar minhas plaquinhas porque a professora foi extremamente pontual. a melhor parte foi realmente ter assistido essa aula de fraseologia, até o outro monitor da manhã, angelo, acabou sentando pra assistir comigo. depois, fiquei o restante da manhã na porta do anfiteatro interagindo com meus colegas de equipe, mesmo já tendo acabado meu "expediente". nesse meio tempo, yuko sensei veio conversar comigo e com a mayumi san sobre nossa entrada no projeto e nessa hora ela me chamou pela primeira vez de deb chan em vez de debora san, o que eu considero uma mini vitória porque eu já percebi que ela chama poucas pessoas no projeto com "chan" (acho que ela realmente gosta de mim 🥰) pela tarde, novamente fiquei responsável pela sessão 4, que dessa vez foi online, mas mesmo assim tive que estar presencialmente pra ajudar o prof alcides, que coordenou a sessão (muito bem por sinal). dessa vez deu tudo certo com a transmissão de primeira, e como de costume fiquei controlando a parte técnica e passando os slides conforme os apresentadores faziam suas exposições. no fim do dia, reunimos a equipe de monitores no auditório do il pra tirar nossa foto oficial da equipe (ainda não recebi ela no whatsapp, aff) e ali eu me senti muito parte da equipe e feliz por estar interagindo com pessoas novas!! na sexta eu nem precisava de fato ir, mas eu estava gostando tanto da experiência que ia me sentir mal se não fosse justo no encerramento, além de que todo dia eu tive chance de aprender alguma coisa nova ou interagir com alguém diferente, então não queria perder isso no último dia. acontece que eu estava certíssimo em relação a isso, porque passei a manhã toda interagindo com a equipe de novo e, não só isso, mas interagindo com um dos integrantes surdos da equipe, que tirou a manhã pra ensinar libras pra mim e pra emily, e eu fiquei tão feliz de conseguir me comunicar com ele e aprender tantas coisas novas. no fim, ele ainda me deu um sinal então agora sou oficialmente batizado em libras, coisa que eu nunca achei que fosse acontecer 😭 e assim se encerrou meu primeiro congresso sendo parte da comissão organizadora, mesmo que eu tenha sido meramente monitora. foram poucos trabalhos a que eu realmente assisti, mas os que eu assisti foram muito interessantes, e fora isso fiquei muito feliz de fazer parte de algo, de me sentir útil e de poder interagir com pessoas diferentes, desde a equipe de monitores, até professores e apresentadores. já estou sentindo falta do ritmo corrido e da adrenalina dos últimos dias, mas pelo menos fico feliz em saber que faço parte da equipe do dialetopedia e vou continuar em contato com alguns dos monitores que conheci no congresso, e que agora eu me sinto mais parte e mais próximo dessa equipe maravilhosa ✨
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além da apresentação do coro colombiano durante o horário da aula, às 12:30 tivemos também um concerto da orquestra sinfônica da unb no mesmo auditório do departamento de música, valendo reposição de aula pro coral. mais uma vez o auditório lotou e eu e dani tivemos que nos encaixar num cantinho da escada, mas deu pra aproveitar. que coisa mais linda e encantadora assistir uma orquestra bem na minha frente, é surreal a habilidade do ser humano de se unir com vários instrumentos pra reproduzir música, isso é lindo. menção honrosa ao fato de que uma das violonostas era simplesmente a professora de morfologia do instituto de letras, fiquei animadíssima quando o professor anunciou e ela se levantou, porque de onde eu tava não dava pra ver (e percebi que eu provavelmente não teria reconhecido de qualquer jeito porque ela ta bem diferente do que eu me lembrava). diva!!!!
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a aula do coral hoje não foi bem uma aula, porque recebemos um coro colombiano pra apresentar no auditório exclusivamente pra nossa turma. foi maravilhoso, assisti tudo focadíssima e com os olhos brilhando, prestando atenção nas contraltos, e foi muito inspirador. apesar do auditório lotado e não ter conseguido um lugar pra sentar direito, nos acomodamos na escada juntinhas eu e minhas meninas e no geral foi uma experiência bem gostosa.
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como pode essa música continuar me fazendo sentir da mesma forma de quando eu ouvi pela primeira vez, mesmo depois de 80 scrobbles
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esses dias to obcecado por esse álbum específico do rja, tem umas guitarras tão boas que eu fico maluco quando ouço, e gosto muito da voz do ronnie winter também. to querendo conhecer o restante da discografia, mas to naquela fase em que eu não consigo sair das conhecidas de tanto vício q eu to
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mico ouviu minhas preces e do tommy e soltou algo menos pop do que ele vinha fazendo ultimamente, e meu deus me bateu uma saudade tão grande de ficar ouvindo ele em loop o dia inteiro que eu fui pra aula da manhã ouvindo e me deliciando até com os singles mais recentes. to sedento pelo álbum novo e sinceramente criando expectativas que eu espero que não sejam frustradas com essa leve mudança de som pelo que ele tem passado desde o the tears we fight
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eu lembro de ouvir muito falar desse filme e ver cartaz dele por tudo quanto é canto quando saiu, mas eu nunca cheguei a ver, e eu não sabia o que eu tava perdendo. confesso que eu gosto muito de comédia nacional, a maioria que eu já assisti eu me diverti muito, e é sempre bem levinho, banal, cotidiano e isso é bom, as vezes é exatamente do que eu preciso pra descontrair, e esse foi exatamente o caso na segunda-feira. me diverti muito com a construção da personagem principal e com a dinâmica entre os três amigos, principalmente com o típico jeitinho estressado e sem papas na língua do saudoso paulo gustavo ❤️🩹
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desde o começo, o livro me pegou bastante pela premissa e por ser completamente diferente do ritmo acelerado dos romances que eu tenho consumido ultimamente. parece que todo romance já começa com a descrição de como o interesse romântico é o homem mais lindo mundo (padrãozinho) e a negação nada convincente de que a prota já está apaixonada pelo cara e é isso, mal tem desenvolvimento. toda a premissa de melhor do que nos filmes é essa romantização e pressa de liz em relação ao michael, mas não é com ele que ela fica no final. a forma como a história se desenvolve faz com que o ritmo da paixão entre liz e wes seja mais lento do que na maioria dos romances de sucesso de hoje em dia, o que me agrada muito, porque esse é um dos meus maiores problemas em relação aos romances atuais, sendo uma pessoa demirromântica. em relação ao que eu falei anteriormente, tudo bem, o wes acaba sendo um cara lindo e padrão, mas até isso acaba ficando pra depois porque ele é o wes atencioso, gentil e engraçado antes de ser o wes super gato ai meu deus como eu quero beijalo. dito tudo isso, de início a fim a narrativa e o ritmo me conquistaram muito. senti como se estivesse experienciando para todos os garotos que já amei pela primeira vez; pode ser um pouco clichê mas é gostoso, me apertou o coração e me tirou sorrisinhos bobos enquanto eu lia porque simplesmente é gostoso demais, e é convincente. eu realmente me senti como se estivesse me apaixonando pelo wes ao mesmo tempo que a liz, e isso pra mim só indica que o romance foi bem feito mesmo. mal posso esperar pra devorar todos os contos e o segundo livro, e quem sabe mergulhar mais nas obras da autora.
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nessa casa amamos the 1975, amamos versões de the 1975 e amamos a sonoridade da out in front. tenho gostado bastante dessa bandinha e do conceito das capas, pena que tem pouca música por enquanto ☹️
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cara, que álbum insano de bom. eu não sei o que eu esperava, afinal fresno só tem lançado pedrada (desde que nasceram, talvez?) mas me surpreendeu muito positivamente. as primeiras músicas me pegaram muito com uma guitarrinha meio new wave, amei TANTO, e o restante seguiu numa pegada bem habitual fresno. sem contar as letras do álbum inteiro, que como sempre machucam neném e o neném sou eu. ouvi em loop a noite inteira e mesmo assim no final não conseguia acreditar no quão bom esse álbum tá. fresno definitivamente foi um dos meus melhores achados ano passado, agradeço demais à i wanna be tour por ter me obrigado a conhecê-los e me arrependo demais por não ter conhecido desde antigamente quando eles apareceram, na era de ouro do emo nacional. que banda sensacional cara, ainda bem que sobreviveram às provações do tempo e continuam lançando pedrada
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às vezes namorar compensa (/j). meu namorado essa semana achou um emulador de jogos muito bom pra pc e como eu não sou besta eu peguei a conta dele e baixei pra mim também 😋 sei que eu não vou jogar tanto quanto ele porque eu sou viciado até demais e só consigo viver um jogo por vez, atualmente tava sendo o the sims, mas ele teve que sofrer uma pausa porque eu fui testar o mario kart de switch e eu to fascinado. eu tava morrendo de saudades de jogar mario kart recentemente, mas não queria jogar o meu de wii porque são sempre as mesmas fases e eu tava saturado, queria algo novo, então o emulador foi perfeito pra matar essa vontade. as pistas são lindas, percebi que ainda sei fazer drift maravilhosamente bem (e isso é MUITO satisfatório) e o jogo ainda ta rodando perfeitinho na melhor resolução no meu notebook preguiçosinho. simplesmente uma experiência maravilhosa!!! to quase zerando o gp no 100cc, e o plano é ir subindo até 150cc, mirrored e 200cc aos poucos enquanto eu ainda estiver no hype pra jogar. vamos ver até onde vai esse novo surto.
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esse livro demorou um pouco mais do que a outra obra da autora, três, para me cativar, e eu acabei ficando alguns dias sem ler. mas, apesar do ritmo lento, foi uma leitura deliciosa e bem do jeitinho como foi três: um misto de mistério com vislumbres da vida e do cotidiano dos personagens, com muitas lições sobre afeto, amor e laços, como em três. a escrita de perrin me fascina completamente, chega a ser difícil colocar em palavras o que eu sinto acompanhando seus personagens em suas descobertas. não sei mesmo como não chorei nos capítulos finais, embora eu quisesse muito. foi lindo, e mal posso esperar para comprar água fresca para as flores e os esquecidos de domingo ❤️🩹
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broadside nunca erra né? logo de primeira ouvida já sei que esse álbum ta muito forte e pode se tornar o melhor álbum da carreira deles na minha humilde opinião. desde os singles que saíram antes até as músicas novas, tá tudo insanamente bom. sonoridade típica do broadside mas sem parecer repetitivo, sempre de cara nova e agradando pra caralho com instrumentais fortes e refrões marcantes. enfim, to apaixonado
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nem só de estudar vive o universitário, vive de sessão filminho na hora do almoço também!!! semana passada, em um dos meus almoços com as meninas na faculdade de educação, surgiu o tópico legalmente loira, e claro que eu nunca tinha visto, embora eu tivesse adicionado à minha lista na netflix recentemente. e claro que minha namorada mariah ficou decepcionadíssima e desabafou (pela milésima vez desde que a gente se conhece) sobre como é difícil ser cinéfila num relacionamento em que a outra parte não se esforça pra ver os clássicos da sessão da tarde. portanto, como no almoço de hoje foi um date só nosso porque as outras meninas não vieram, ela me fez assistir legalmente loira por livre e espontânea pressão social no tablet dela enquanto comíamos e esperávamos a aula da tarde. eu tinha grandes expectativas sobre esse filme a partir de tudo que eu já tinha lido e ouvido sobre recentemente, mesmo sendo um filme anos 2000 meio "sessão da tarde" mesmo, mas ele tem sua profundidade, seu valor e suas(!!!) mensagens, tudo isso ao mesmo tempo que é levinho, gostosinho e divertido de assistir. also, fui criando um amor muito grande pela reese. é talvez o segundo filme que eu assisto dela, mas senti como se estivesse vendo os primeiros passos de uma velha amiga, e toda vez que ela sorria no filme eu me derretia um pouquinho porque acho ela muito querida!!!
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top antigas dos jonas brothers
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ouvindo essas três musiquinhas em loop agora de noite e cada vez que uma delas toca eu me sinto mais apaixonado pela sonoridade delas e pelo the maine. não sei se aguento mais duas semanas pro joy next door finalmente lançar. the maine te amo muito
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