점수 분석
andteus's
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~1.2
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≤4.8
4.8~5
Simplesmente Michael Jackson em seu ápice! Setlist maravilhosa Destaco essa performance lendária de Man in the Mirror encerrando o show.
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otimista igual Cantando na Chuva, denso politicamente igual Casablanca. e o casamento entre essas duas obras-primas do antigo cinema hollywoodiano forma outra obra-prima do mesmo cinema. definitivamente um clássico.
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HISTÓRICO!
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very very beautiful
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very beautiful
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beautiful
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Um olhar inovador sobre a vida de Jesus Cristo. Não apenas como o profeta digno, mas como um homem dividido entre a tentação da vida comum e o chamado da santidade. Um trabalho feito por um mestre em estudo de personagem. Entre dúvidas, incertezas e fé, Scorsese constrói o que talvez seja o retrato mais profundo e completo do Salvador no cinema.
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Liberian girl You know that you came and you changed my world Just like in the movies With two lovers in a scene And she says, "Do you love me?" And he says so endlessly "I love you, Liberian girl"
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Amo esse crossover de artistas icônicos. Amo essa música. Um importante registro histórico da música pop.
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"Tonight is heavy on one sidе, sort of like A set of cherry red and white loaded dice You've got something on your mind, and so have I I can see it from here"
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Michael Jackson e Quincy Jones pegam o que já era excelente em Off The Wall, aprimoram e chutam as portas do cenário musical oitentista sem pedir permissão. Jackson passeia entre o Pop, o R&B e o Hard Rock como quem já entendia esses gêneros, com um nível de sofisticação que ainda é invejável - isso quebrando os estigmas raciais vigentes na época. Que outro disco tem o trio de ouro dos hits(Thriller, Beat It, Billie Jean) em sua seleção de músicas?? BILLIE JEAN, GENTE!!! Música sagrada dessa. E o que dizer daquela guitarra afiada do Eddie Van Halen em Beat It? Impossível não se arrepiar. Mas se engana quem acha que o álbum se resume à essas canções populares. O disco já inicia convidativo e agitado com Wanna Be Startin' Something, repleta de elementos da afropop que não deixam nenhum corpo estático; passa pela rivalidade romântica entre Michael e Paul McCartney em The Girl Is Mine - faixa divertidíssima; passa pelo soul existencialista de Human Nature - belíssima faixa subestimada; dentre outras belas canções que contribuem para que esse álbum não tenha uma música ruim. Mas como se não bastasse apenas isso, o fator revolucionário de Thriller transcende sua refinada produção musical. Os videoclipes de MJ transformam completamente a MTV e a forma de vender e consumir música. Não é redublagem, é história sendo contada, é performance viva. O curta-metragem da faixa título então, dirigido por John Landis; uma obra-prima do terror que mudou a cultura pop para sempre. E com os videoclipes surge também outro fator fundamental pra consolidar a carreira de Michael: os figurinos. O terno de Billie Jean, a jaqueta de couro vermelha de Beat It, o traje vermelho sangue de Thriller... É o Michael construindo sua imagem artística; e o visual atrelado a variedade de sons experimentados(o Pop, o R&B, o Hard Rock, o Afropop e o Soul, como ditos acima) cria-se uma identidade própria. Thriller não é só um álbum; é uma peça artística que não só mudou a música pop para sempre como tornou Michael Jackson de vez em um ícone pop. É a transformação de um artista em lenda; e um aviso de que a música negra não merece barreiras e rótulos, desafiando estigmas e os limites da criação e da experimentação. Discaço!
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É o primeiro só que feito com bem mais dinheiro. E o Sam Raimi fez questão de usar todo esse dinheiro como deveria, não há limites pra criatividade do cara, ele levou tudo a moda caralha. A maluquice e a insanidade reinam nesse filme; o visceral se mistura com o sádico. Resultado: um terrir de responsa e um filme superior ao original, apesar de eu gostar muito da crueza daquele outro filme.
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Apenas o melhor blockbuster de ação do século
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SIMPLESMENTE ESPETACULAR!
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Eu ouvi os primeiros álbuns do Michael Jackson em sequência esperando ansiosamente pra ouvir esse aqui de novo. Sério, isso que é um espetáculo! Um dos álbuns significativos da carreira dele. É seu primeiro álbum adulto, distante do estilo dos Jackson 5 que ainda percorria em seus primeiros trabalhos solo, e a busca por identidade própria aqui é muito evidente. Na Epic, longe da soul music da Motown, Michael mergulha fundo no pop, no funk e na dance music numa época em que o estilo bombava em tudo que era lugar e esses gêneros foram muito importantes pra moldar a imagem de Michael aqui no início. E esse estrondo vindo de um artista negro torna tudo mais importante. E é claro que quando se refere a produção musical não dá pra tirar os méritos também de Quincy Jones, um cara talentosíssimo que aqui firma uma parceria definitiva e importantíssima com Jackson, crucial no que talvez seja a fase mais icônica da carreira do Rei do Pop. Como eu falei, um disco sobre busca por identidade própria. Um disco que grita viver "fora dos padrões"(Off The Wall) e se deixar levar pelas boas vibrações da vida. Com melodias e arranjos que passam pelo romântico, pelo sensual e pelo dançante, sem nunca perder o ritmo. Discaço!
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EU TÔ CHORANDO, MN. NÃO QUERO FALAR COM NINGUÉM HOJE, ME DEIXEM SOZINHO COM ESSA MÚSICA QUE LETRA! AAAAAAAAA
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Peguei esse conto/novela pra ler do nada depois de vê-lo citado em um curso de escrita criativa(li pela publicação da The New Yorker) que eu tava assistindo e eu tô completamente de queixo caído. Não conhecia Claire Keegan, apesar de provavelmente já ter ouvido por alto o título do romance dela - "Pequenas Coisas como Estas" - e agora penso que preciso absorver mais obras dela, pois estou genuinamente impressionado com o que li aqui em Tão Tarde do Dia. É forte, é denso, é profundamente crítico e dramático. Cada palavra carrega um peso avassalador que atravessa as barreiras - se é que há barreiras - da conexão humana. O desenvolvimento dos personagens é cuidadoso, delicado e muito poderoso; conforme a narrativa avança, camadas sutis começam a aparecer mesmo sem que eles sejam entregues de bandeja. Aqui, o não dito também assume uma força catártica, o trabalho de subtexto é inegável e a autora deixa a subjetividade ativa para que o leitor siga sua própria intuição e que teça seus próprios julgamentos sobre as situações e os personagens. No fim e durante a leitura, eu senti um desconforto muito grande. Um desconforto pois estava diante de uma obra muito humana. É um retrato do cotidiano moderno e do que se esconde por trás dos rótulos sociais. Claire discute complexidades relacionais, principalmente dentro de um relacionamento conjugal, partindo de um princípio em que as pessoas se relacionam com o outro sem se conhecerem antes e sem ao menos entenderem o conceito do matrimônio, gerando uma crise fatal na relação; assim como discute sobre como o âmbito em que a gente vive e a educação que a gente recebe influencia na forma como crescemos, de como vemos o mundo e de como as pessoas nos veem - a misoginia é um tema destaque aqui nesse conto. Claire reúne esses elementos deixando que as entrelinhas falem por si, criando uma análise psicológica sobre o amor moderno - ou melhor, sobre o falso amor. Eu realmente adorei isso aqui, pensarei muito ainda sobre essa história.
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A famosa expressão "a ocasião faz o ladrão" usada da maneira mais trágica possível, como um reflexo preciso e cru sobre a crise socio-econômica da Itália Pós-Segunda Guerra. As características do neorrealismo italiano são ampliadas pelo delicado e espetacular trabalho de mise-en-scène do longa, que constrói um universo onde a esperança parece inalcançável. O desespero é algo que não se encontra apenas na jornada de Antonio e Bruno, ele é coletivo; a pobreza e o desemprego estão impregnados em cada rua, em cada esquina da cidade, nos olhares de indiferença das pessoas ao redor. Em meio a isso, a fé às vezes surge como o único meio de tentar achar respostas para problemas que o sistema não consegue resolver; um apelo em meio às ruinas - a única herança deixada pelo fascismo italiano. O que está em jogo aqui não é apenas uma bicicleta roubada, mas uma vida digna roubada. O veículo não era só um bem material, mas a principal ferramenta que Antonio usava para realizar seu trabalho, para garantir sustento melhor para sua família, assim sendo uma esperança de garantia de sustento para sua família. Era o que ele tinha para sobreviver. Ladrões de Bicicleta explora a dor de quando o pouco que nos resta é tirado de nós, uma busca desesperada e corrosiva que culmina em um dos finais mais devastadores do cinema. Ladrões de Bicicleta não é só um marco de um movimento artístico, é um marco do cinema como um todo. Por sua escrita profundamente humana e olhar social afiado, ele carrega uma densidade dramática que ainda comove. Obra-prima indispensável!
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Há uma cena que, pra mim, é a síntese desse filme: o discurso de Hitler ecoando entre quatro paredes enquanto a câmera sobrevoa os arredores de uma Berlim cheia de prédios destruídos. O sonho de renovação sujo de Adolph só trouxe casas em ruínas, famílias quebradas e crianças crescem sem percepção de futuro como consequências. A Alemanha regride; estaca zero. Em meio à crise, as pessoas sobrevivem da forma como podem, levando-as muitas vezes à desumanização. Em meio à isso, Passolini analisa também como a ideologia fascista ainda persiste, mesmo após a guerra, entre aqueles que tem mais do que os outros. O forte sempre se aproveita do fraco quando acha uma oportunidade. Um retrato cru sobre um país em tentativa de reconstrução - ou sofrendo as consequências de sua própria derrota. Uma realidade tão devastadora que a morte parece ser a única libertação.
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Essa é uma das músicas mais subestimadas do George Harrison, puta merda. Que obra linda, felicidade em forma de música.
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