bluemingcami's
점수 분석
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3.8~4.2
3.3~3.7
2.8~3.2
평가 없음
Eu já tentei comentar sobre esse livro várias vezes, mas nada faz muito juz ao que A Casa dos Espíritos é e como eu me senti lendo essa obra. Esse foi meu segundo contato com a Isabel Allende e, assim como foi com Violeta, eu fui arrebatada por essa leitura. Eu gosto muito de ficção histórica e eu acho que Allende faz um trabalho de pesquisa absurdo porque tudo parece muito real. Sei que, apesar de ela usar o trunfo de os livros dela se passarem em "um país fictício da América Latina", dá para fazer vários paralelos com a história não só do Chile, mas de outros países do continente sul-americano. É muito interessante pra mim o sentimento não apenas de latinidade, mas também como alguns acontecimentos históricos ressoam por todos nós de forma igual. Sobre os personagens, eu tive que ter muita paciência com o Esteban rs Ele é tudo de ruim que você pode imaginar sobre um homem e mais um pouco e me deixou maluca ele ter vivido por tanto tempo, porém, acho que é um personagem bem interessante e gosto do papel que ele desempenha na história. Por outro lado, gosto muito das personagens femininas desse livro, como elas são fortes e muito interessantes de acompanhar, fora todas as questões políticas e sociais em que elas engajaram por sua vida - e me surpreende muito essa riqueza de mulheres extraordinárias em um livro publicado no início dos anos 80. Definitivamente A Casa dos Espíritos não é um livro para todo mundo: é uma leitura visceral e que retrata não apenas uma sociedade machista e misógina, mas também um país passando por uma ditadura e todos os horrores que vêm com ela. Apesar de não serem assuntos que são agradáveis de se ler, eles são extremamente necessários de serem falados especialmente nos dias de hoje. Recomendo demais essa leitura!
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Um dos meus dramas favoritos da vida! Uma história primorosa sobre o que é ser mulher e nossa relação umas com outras, especialmente entre mãe e filha. Valeu a pena esperar 6 anos por esse lançamento.
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Eu demorei demais para escrever essa review porque é muito difícil explicar tudo o que We Are All Trying Here me fez sentir, e mesmo mais de um mês depois, eu ainda acho que não consigo elaborar uma review a altura desse drama. Acho que o que My Mister, My Liberation Notes e We Are All Trying Here (todos dramas da mesma autora) tem em comum é falar sobre sentimentos que talvez a maioria de nós não teria coragem de admitir sentir. Falando por mim, isso muita vezes me trouxe certo desconforto, mas ao mesmo tempo um grande alívio por ver um personagem extravasar esses sentimentos que a gente tende a guardar para nós mesmos por vergonha ou só por não ser "socialmente aceito" pensar algumas coisas, como por exemplo, sentir inveja, se sentir desapontado com a vida mesmo que ela pareça boa, arrependimentos, ressentimentos, a falta de propósito etc. Eu diria que o que a Park Hae Young faz em seus trabalhos é justamente pegar tudo aquilo que faz de nós imperfeitos e, de forma muito honesta e brutal, esfregar na nossa cara que é isso que faz de nós mundanos - e é lindo de ver. Como o título já diz: "nós estamos todos tentando aqui", ou seja, tá todo mundo tentando viver a sua vida da melhor forma possível, mas não necessariamente estamos vivendo de forma perfeita ou esperada? Eu particularmente gosto muito de pensar que estamos todos "vivendo pela primeira vez também", que ninguém nasce sabendo como a vida tem que ser e todo mundo suscetível a cometer erros, mas não há o que fazer quanto a isso sem ser continuar vivendo - e eu acho que esse drama foca bastante nessa ideia. Falando um pouco sobre o drama em si: eu gosto muito que a história se passe em meio a diretores, produtores, atores etc de cinema. Eu tenho muito interesse no assunto, então sempre me brilha aos olhos ver os ~bastidores da sétima arte. O drama trás muitas reflexões sobre o cenário atual não apenas do cinema em si, mas também sobre artistas, como o mercado está tratando as produções e o que significa a chegada da IA nesse meio. Há muitos diálogos o processo de criação que fazem sentido para a história, mas que também me pareceram desabafos e reflexões da própria roteirista, afinal, ela também é alguém que está nesse meio. Eu acredito que muita gente se irritaria demais com os personagens, mas eu acho a grande maioria deles incríveis sendo pessoas insuportáveis hahahaha Brincadeiras a parte, o que eu mais gosto sobre esses personagens é que eles são pessoas com muitos defeitos e que cometem vários erros de tal forma que eles parecem muito reais. É claro que há alguns exageros (não duvido que existam pessoas iguais, porém), mas suas questões consigo mesmos bem como em seus relacionamentos parecem muito palpáveis e, acima de tudo, humanos. Gosto muito também que a autora não tenta dar uma lição de moral ou fazer com que tudo se ajuste de forma mágica para os personagens: ela trás uma ideia a ser cultivada e que vai pedir tempo para florescer - ou não, porque We Are All Trying Here não é sobre cura, mas sim sobre enntender que é possível sim seguir em frente mesmo com nossas dores e imperfeições. Dito tudo isso, além do roteiro, eu preciso elogiar a performance impecável desse elenco que é inteiro só com atores absurdos e que, se não fossem tão talentosos, esse drama com toda certeza não teria funcionado tão bem. Destaco aqui especialmente o Koo Kyo Hwan e a Go You Jung, que conseguem dizer tanto só com o olhar ou uma mudança sutil na linguagem corporal. Apesar da abordagem melancólica e reflexiva, eu não achei esse drama pesado ou até mesmo triste mesmo que toque em assuntos delicados - muito pelo contrário, em alguns momentos eu soltei uma gargalhada sincera assistindo. Eu acho que é um drama que trás conforto no desconforto, uma história catartica e que, de alguma forma, ressoou de forma bastante positiva em mim. Eu diria que We Are All Trying Here não é o cup of tea de todo mundo, mas certamente é um drama que todo mundo deveria assistir. É uma história que vai refletir sobre nosso íntimo, nossas imperfeições, e que ainda assim vai fazer com que a gente abrace tudo isso. É um drama que faz com que a gente se sinta confortado por saber que nós não estamos sozinhos, que há em algum lugar do mundo alguém que se sente da mesma maneira que nós, e que, no final do dia, todo mundo só tá tentando encontrar o seu propósito e sobreviver. Essa review já tá bem longa mas eu poderia passar horas aqui falando sobre WAATH e ainda assim não seria o suficiente (inclusive, sinto que não comentei nem metade do que poderia sobre esse drama), mas eu digo com toda a certeza que é o drama do ano e que é recomendadissimo!
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A última vez que eu li Jogos Vorazes foi ali na época que os filmes estavam saindo e eu fiquei muito curiosa para reler hoje, anos depois. Foi uma experiência muito feliz pra mim ter uma nova perspectiva dessa história e perceber que 1) o livro continua tão bom quanto eu me lembrava e 2) o quão assustadoramente atual THG parece. Eu acho a Katniss uma personagem fascinante, chamou muito minha atenção o quão jovem ela é lendo agora (na época a gente tinha mais ou menos a mesma idade e agora eu tenho quase que o dobro da idade dela rs). Sempre achei a Katniss difícil de se relacionar e uma personagem que não realmente me cativasse por achar ela bastante fria, mas hoje eu acho uma personagem muito interessante e real, sem contar que ela é até engraçada em alguns momentos. O Peeta também me surpreendeu positivamente nessa releitura: na época que eu li na primeira vez, eu via muito o Peeta como um personagem inocente e até mesmo "fraco", mas achei ele muito estrategista e charmoso agora. Confesso que os Jogos acabaram me chocando bem mais hoje do que na minha adolescência. Não sei dizer se é por agora eu ter mais dimensão dos horrores do mundo ou por eu só ter me afastado de histórias de distopias por um tempo, mas achei algumas cenas horrorosas de ler e me deixou muito impactada. Acho que a única coisa que eu "não gosto" muito de Jogos Vorazes é que, na maior parte do tempo, a Katniss está isolada e longe de tudo o que tá acontecendo e aí o livro fica um pouco cansativo de ler em algumas partes? Mas acho importante para o desenvolvimento da história e também da personagem, então não é uma reclamação que eu leve muito em consideração hahahaha Fiquei feliz que o livro não tenha envelhecido mal e já estou curiosa para ver como vai ser a experiência de ler Em Chamas (aka o meu favorito da trilogia).
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Eu nem sei dizer o motivo de eu ter enrolado tanto para assistir Drive My Car, mas veio aí e eu saí muito impactada. É o tipo de filme que é muito mais sobre a catarse do que sobre o plot em si e ainda assim me deixou vidrada na tela do começo ao fim. Inclusive, deixo a dica de ir sem saber muito sobre a enredo, porque ela em si não é tão importante quanto os sentimentos e reflexões que se desencadeiam no processo de contar essa história - o que deixa tudo ainda mais metalinguístico, já que tem tudo a ver com o processo de produzir uma peça. Algo que me impressionou sobre Drive My Car foi o quanto esse filme é todo pautado em grandes diálogos é monólogos ao mesmo tempo que é sobre a falha de comunicação entre as pessoas? Mas acho que reflete muito o nosso mundo atual: muita gente falando sobre si e ignorando o que o outro tem a dizer. É um filme que vai refletir sobre as relações humanas, mas também sobre a solidão e o luto e que, mesmo que um mês tenha passado, eu continuo pensando muito sobre essa história. Só assistam Drive My Car!
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Vi muitas pessoas elogiando Diário de uma Apotecária e corri para assistir a primeira temporada assim que chegou na Netflix! Fiquei um pouco receosa por ser histórico, mas minha experiência com k-dramas do gênero me fez entender bem o que tava acontecendo (no geral, achei bem simples para entender as coisas também). Eu achei um anime muito divertido de assistir, gosto muito de toda essa parte da MaoMao "investigando" casos no palácio e dando soluções que a experiência dela como curandeira e também nos aprendizados que ela adquiriu tendo crescido em um bordel puderam proporcionar (MaoMao, se você quiser o mundo, o Jinshi te dá!!!). Fica aqui também o meu elogio para os artistas que desenham esse anime, porque é tudo muito bonito, tanto os traços como as cores são de encher os olhos!! Já tô doida para assistir a segunda temporada!
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Depois de MUITA espera, esse drama foi lançado (a gente já tava perdendo a esperança que resplay ia ver a luz do dia) e, felizmente, deu tudo certo e valeu cada segundo 🩵 Esse drama é um spin-off de Hospital Playlist mas, apesar de se passar no mesmo universo, tem uma vibe bem diferente, já que nesse é focado nos residentes de Obstetrícia e Ginecologia. Eu acho muito divertido ver os R1 tendo de aprender para valer como é o trabalho dos médicos na prática, os erros e também o crescimento de cada um deles no decorrer do drama - saudades dos meus queridos 😭 Amo demais cada um dos nossos OBGY e amo que cada um tenha uma personalidade diferente, que muitas vezes causou atritos mas também ajudou cada um deles a crescer e melhorar como pessoa e médico, isso sem contar a amizade dos quatro que é bem bonitinha de ver acontecer. Como esperado, tivemos vários cameos de personagens de hosplay e me deixava muito feliz quando (a maioria d)eles apareceram. Se eu não estou enganada, quase em todos os episódios teve pelo menos um e pode até parecer muito, mas tudo se encaixou muito bem na história sem atrapalhar o andamento do drama (mas entendo quem se incomodou, ainda mais quem não assistiu HosPlay e não sabe do que se trata). Se eu tivesse que apontar um "defeito", eu diria que o romance não é muito o forte desse drama. Gosto muito dos casais mas, por o drama não focar nisso, acho que relacionamento deles ficou dissolvido demais na história? Não achei necessariamente ruim, mas poderiam ter mostrado um pouco mais (uma loucura médicos namorarem também né hahahaha) Eu preciso também fazer um comentário sobre os HI-BOYZ que pra mim foi um dos pontos altos do drama: eu achei sensacional o Um Jay ser um ex-idol de um grupo flop e que agora virou médico! E a melhor parte é que todo mundo entrou na brincadeira e começou a tratar o grupo como se tivesse existido mesmo e os comentários no dance practice e stage do grupo (sim, teve até stage em programa de música kkkkk) eram hilários. Queria muito que tivessem lançado mais uma musiquinha pra gente (When The Day Comes é SOTY sim, não importa que ela "foi lançada" anos atrás!). Enfim, eu gostei muito de Resplay e vou ficar na torcida para tentarem fazer uma segunda temporada para meus queridos que parecem amar tanto esse projeto quanto a gente 🙏🙏🙏
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Vi esse BL 100% por acaso depois de me deparar com ele na Netflix e foi uma grata surpresa! Gosto muito de dramas sobre bandas (no caso, um grupo de t-pop) e esse foca bastante nessa parte e conseguem equilibrar bem com o romance, algo que a maioria dos dramas desse tipo falham em fazer. Inclusive, ver a relação dos membros do MARS se desenvolvendo foi o que eu mais gostei sobre o drama, só queria que tivessem aprofundado mais em casa um deles mas entendo não terem feito isso. Acho o casal bem fofo, particularmente gosto que as coisas entre eles aconteçam de forma mais lenta e natural. Ter ido sem expectativa alguma foi bem favorável para eu ter gostado do drama, então recomendo não ir assistir esperando muito da história.
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Que livro mais triste! Fazia muito tempo que eu queria ler esse livro (não pediram esse nas minhas leituras obrigatórias da escola) e eu não estava preparada para chorar com essa história. Acho que é um desses livros que, quanto mais velho a gente lê, mais doloroso ele se torna? Em vários momentos meu coração apertou durante a leitura, mas o final realmente acabou comigo.
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Que filme lindo! Eu tinha altas expectativas porque foi um favorito das premiações e não me decepcionou em nada, inclusive acabou me surpreendendo positivamente. O filme tem cenas belíssimas da natureza, em alguns momentos até parecendo ser em 2D. A mensagem de preservação da natureza vem forte, juntamente com a importância de se ter empatia com o próximo - o que condiz muito com o trabalho do Chris Sanders. Recomendo demais!
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Depois de assistir a primeira temporada, eu tava bem curiosa com o que eles iam fazer nessa segunda, mas acho que não conseguiu atingir minhas expectativas k O herói de Company Retreat, o Anthony, é um querido e ele é claramente uma pessoa muito legal, só que eu não consegui me apegar aos outros personagens e histórias dessa temporada? A premissa era até ok, mesmo sendo um grande clichê, porém, eu achei que os personagens não eram tão carismáticos para que eu me importasse com eles e o futuro da empresa - o que não tem nada a ver com os atores que são incríveis hahahaha Acho que o último episódio é bastante emocionante e me deixou uma grande impressão pela atitude que o Anthony toma. E eu acho que a parte mais interessante da série é quando revelam os bastidores e explicam tudo por trás das câmeras, então isso foi legal também! Enfim, queria ter gostado mais dessa temporada, mas não funcionou tão bem quanto a primeira aos meus olhos. Ainda torço para fazerem mais uma temporada porque a ideia é divertida.
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Eu acho que fui com um pouco de sede ao pote, porque eu vi muitos elogios aos livros dessa autora, mas acabou que eu não achei nada demais sobre esse livro. O plot era legal e as reviravoltas da primeira metade são bons (até porque eu nem li a sinopse desse, então eu não tinha ideia de nada do que ia acontecer kkkkk), mas eu perdi muito o interesse no livro na segunda metade. Eu entendo muito que tenha que ter algumas conveniências para a história fluir, mas tem umas nesse livro que são convenientes demais para que as coisas aconteçam? E isso acabou me tirando muito da história. Inclusive, acho que é um problema de grande parte dos livros de suspense/thriller no geral: além de entregar uma história muito bem pensada, é preciso que a leitura engaje o leitor de início ao fim porque, ao contrário, vai ser só mais uma história bem qualquer coisa que a gente vai esquecer depois de um tempo e é muito o caso de A primeira mentira pra mim.
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Foi a primeira vez que eu vi um filme em "primeira pessoa" e achei esse recurso narrativo muito interessante, mas essa escolha fez com que o filme ficasse confuso e cansativo em alguns momentos e acabei não me conectando com o longa tanto quanto eu gostaria. Quem sabe um dia eu vou atrás de ler o livro pra entender melhor essa história.
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Eu acho que em algum momento do ano passado, eu passei a considerar a Youn Jung como uma das minhas atrizes favoritas mas nunca de fato registrei isso em lugar algum, então estou aqui para mudar isso! Acho a Youn Jung uma atriz extremamente competente e eu gosto muito como ela consegue transmitir muitas emoções só com o olhar, mas ela se sai muito bem fazendo cenas cômicas também - fora que ela é lindíssima!! Ela tem uma cinematografia invejável, então eu acho que vou sempre confiar que os projetos que ela estiver envolvida vão ser bons hahahaha Eu já assisti praticamente tudo que ela já fez até hoje e eu acho que minhas personagens favoritas dela são a Yi Young de Resident Playbook (2025) e a Eun A de We Are All Trying Here (2026). Mal vejo a hora de ver mais dramas com a querida (chega logo, Moving 2!!!).
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