diaryonethurman's
점수 분석
4.8~5
평가 없음
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≤4.8
Poucas músicas despertam um sentimento forte em mim, essa é uma delas. Hoje durante um churrasco simples feito pelo meu pai, ele tocou essa música e começou a cantar. Infelizmente não pude observar ele, apenas fiquei escutando da sala. E em um determinado momento ele falou: “Que saudade do meu velho.” e isso me destruiu por dentro! Claro que o velho que ele se refere que é o meu avô, que é falecido bem antes de eu nascer. Então não coenhci o meu avô, e pouquíssimas vezes ouvir falar sobre ele. Para a minha sorte, a presença do meu avô paterno foi substituída, mas eu nunca pensei se a presença de um pai pro meu pai foi substituída… Eu tive avô, um homem que minha vó se relacionando na minha infância até há uns anos atrás, ele sempre foi próximo, um avô de verdade mesmo sem ser! Mas, será que era como um pai pro meu pai? acredito que não, já ouvi minha vó dizer que ficou chateada com meu “vô” luiz porque ele não queria que a minha tia chamasse ele de pai. Me sinto mal, senti saudade de alguém que nem conheci por causa dessa música.
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O estranho caso do ator que só faz papel de homem louco com dupla personalidade🤷🏻♀️ Faço questão de assistir todos😍
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Eu me sinto tão só Eu preciso escrever Onde anda você? me diga Se eu pudesse enxergar Se eu tivesse o poder De voar com você me liga Quando a gente se encontrar A saudade vai dizer…
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Sinceramente, eu cago pra músicas, principalmente em avaliá-las. Mas, essa aqui é especial.. merece as minhas ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️. Atualmente é a trilha sonora de todas as minhas manhãs (das 08h até as 12h) e pretendo me manter fixa até o final do ano. Gosto de colocar esse prazo, porque não não sei como será o meu próximo ano. Me deixa assustada, mas também ansiosa. De qualquer forma é necessário passar por cada etapa da vida, né?🙈
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A semana inteira desde terça feira uma brigalhada por causa de política. Na minha casa meus pais votam 22, e até a minha irmãzinha de 11 anos tá com papo furado. Eu dou meus argumentos e repasso tudo que eu sei, mas infelizmente eles tão contaminado com essa ideia de que o pt já tá a muito tempo no poder. Eu acredito que temos que cobrar o político independe de qual partido ele for, ou se você gosta ou não. Esses dias atrás na aula, meu professor de matemática disse que quando votamos em alguém, temos que ser o primeiro a discordar deles e apontar o dedo. Muito triste essa polarização no Brasil entre esquerda e direita. Política não é jogo de futebol, não temos que escolher nosso lado e seguir a vida inteira batendo na mesma tecla. Buscar informação e ser coerente vai ser sempre o melhor progresso para todos. E espero não ver ninguém misturando política e religião quando eu sair de casa. Por enquanto infelizmente estou apenas dedicada aos estudos, mas na próxima eleição eu voto rs. Porém nesse ano, vou ir com a minha mãe pra ver ela votar 22. O melhor de tudo é que hoje eu sonhei que meu pai estava muito feliz e falando que iria votar 13, pena que isso é só sonho mesmo kkkkkk
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Me sinto como aquele post que diz sobre a sensação de sentir tudo, mas não conseguir descrever nada. Assisti Alguns episódios da temporada 3 de Sob pressão. E eu nunca senti nada parecido assistindo qualquer outra coisa. Aos meus olhos essa série é perfeita de todas as formas possíveis, e é indescritível o quanto aquilo realmente consegue atravessar o seu peito. Eu chorei e choro em todos os episódios, em cada situação diferente. A sensibilidade carrega o meu peito, e logo eu que não gosto de chorar, não consigo aguentar e descarrego tudo. É tão angustiante e ao mesmo tempo tão bonito, saber ou pelo menos imaginar aquelas situações na vida real dá uma sensação minúscula de uma esperança, ou uma empatia pela humanidade. Também é maravilhoso assistir o poder de um médico como um humano, como uma pessoa que tem uma sensibilidade ainda maior, e também a capacidade de agir e fazer um trabalho tão lindo. Eu sinceramente nunca pude presenciar algo minimamente parecido com o desespero de uma emergência médica. Também nunca senti a dor do luto por alguém próximo. Eu sempre antes de tudo gosto de me colocar no lugar do próximo e levo ao pé da letra aquele tipo de ensinamento que diz sobre respeito e empatia. A dor do próximo sempre dói em mim. E acredito que seja por isso, que essa série me sensibiliza tanto. É estranho pensar que hoje a série faz parte da minha rotina. Que de certa forma, me sinto como se eu estivesse vivendo junto com os personagens. Naqueles momentos de tensões quando a trilha sonora fica mais acelerada, eu fico tensa junto, dou risada junto, choro junto. É ridículo, e eu posso só estar sendo tão boba pelo fato de estar na tpm. Mas, poxa eu to vivendo a crise junto com o casal! A cena de tiroteio no hospital me deixou em alerta. E eu juro que eu fiquei muito mal quando a Carolina perdeu o bebê. E agora eu to vivendo a dor da separação do Evandro e da Carol também! está me afetando essa série, eu não consigo parar de lacrimejar, como se estivesse sido comigo. Espero que eu durma e acorde livre leve e solta 🧘🏻♀️ E deixo registrado a minha total admiração pela Marjorie estiano, porra que mulher mais perfeita!! estou ansiosissima pra assistir ela em Hebeas e Corpus, porque certeza que ela deve estar incrível.
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ESTOU NO FUNDO DO POÇO, PORQUE O HOPI HARI DESTRUIU MINHA SAUDADE. To com insolação, garganta inflamada, voz rouca, menstruada, fraqueza, enjoou, dor de cabeça, insônia, cansaço, dor no corpo, sono. Meu Deus, desde de domingo eu não durmo bem. Ontem teve aniversário de 1 ano da Sophia (Irmã da Manu) minha mãe fez os docinhos, ela é confeitara e trabalha com isso. eu infelizmente tive que ajudar foi quando na terça eu saí às 18h para a loja e voltei às 00h e eu ainda tinha trabalho pra fazer, por isso fiquei até as 02 da manhã acordada e acordei as 06h da manhã para ir à escola. Assim que cheguei tirei um cochilo medíocre e fui esculachada pela minha mãe por ter vacilado com ela. Tinhamos combinado de eu ir para a loja após a escola, para ajudar ela a levar o bolo fake do aniversário da Sophia que seria no mesmo dia. Eu tirei o maldito cochilo MEDÍOCRE e ela brigou comigo, coisa mínima, mais ou menos as 14h fomos para o salão, e saímos às 16h. chegamos em casa, lavei cabelo, finalizei, sequei, me maquiei e exatamente as 19h estava pronta para a festa às 19h30. Sem muitos detalhes, sobre o aniversário, mas foi ótimo. Também chegamos tarde em casa na quarta, por volta das 00h também. fui dormir umas 01 da manhã. cansada, bebada, enjoada… acordei as 04 da manhã pra me arrumar para o Hopi Hari e quase me atrasei! talvez o álcool de ontem junto com a garganta e tose seca de uns dias atrás colaboborou para minha situação atual. Não durmo bem, não me sinto bem, meu corpo dói. E… talvez meus dias estejam contados 🥰🙏🏻 amanhã falo sobre o Hopi Hari, porque hoje estou exausta
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Festa da sophia: Eu e o Diego pedimos pra beber um drink eu menti a idade pro barman, ele me disse: “Patroa, com todo respeito você é de maior?” e eu com absoluta convicção menti que sim. Como resposta ele tacou vodka no drink. Tava muito forte, tivemos que pegar uma sem álcool pra misturar e continuou forte. bebemos metade, ficamos tonto e resolvemos ir nos brinquedos de diversão… aquele que gira e gira, aquelas mini montanha russa de salão de festa, tinha um que era um mini kamikaze. Fomos em todos, ficamos ainda mais tonto e passando mal. o Diego vomitou 2 vezes, e eu fiquei sentindo muito mal. No fim da festa melhoramos, ficamos rindo muito de tudo e todos, interagimos com todos os adultos da festa, fomos embora igual arroz de mamãe. Agora eu estou destruída na cama, porque ontem fui dormir às 02 da manhã fazendo trabalho, acordei cedo para ir para escola e tive que trabalhar hoje e amanhã tenho hopi Hari. estou doente, menstruada, espero amanhã não acordar de ressaca… ah só desgraça mas me sinto felizona 💔
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Desapeguei um tempo das redes sociais, ou apenas me afundei um pouquinho na depressão. Mas, estou de volta e depois de um tempo sem nem entrar nessa rede social, vim aqui falar minha experiência indo a primeira vez em um evento de skate. Primeiro que eu estava animada, acordei cedinho, me arrumei e fiquei toda pomposa no horário certo para sair com a minha amiga. Assim, tenho certeza que o evento é incrível só que eu não tive sorte, justo na minha primeira vez. O dia estava nublado, previsão de chuva o dia inteiro, é bom quando se está chovendo a pista escorrega e então isso atrasou muito o evento, quer dizer atrasou tudo porque não rolou nada. Para não ser “ingrata” e dizer que não assisti nada, apenas vi um apresentador andando na rampa bem no comecinho rs. E o combo do azar, é que o no memso dia teve show da Slipmami, Budah e do Jotape e eu fui embora no mesmo instante que a slipmami entrou 😭 Tirando essa parte toda de ficar vendo a chuva cair e os funcionários do evento tentando secar a pista, eu fiquei sentada, tomei um guaraná, observei muita gente diferente, ou no melhor estilo skatista, chapei de tabela, sério nunca tive tanto o prazer de vim tanta fumaça de baseado bem na minha cara e então consequentemente fiquei sonolenta. Tentei muito ajudar a minha amiga a ficar com um garoto, não deu certo e eu só fiquei sozinha boiando, mas a minha parte eu fiz! O maior ponto forte desse evento foi eu ter tirado fotinhas maneira pro feed e ter visto muito macho bom 💆🏻♀️ o evento se chama Mini ramp, o insta é @minirampproattack Tudo aconteceu no Vale do ananhangabú
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Aqui eu sou sempre acostumada a falar de coisas boas, notícias felizes ou apenas agradecer por coisas mínimas da minha vida. Porém, ultimamente pelo caos que se instalou depois da notícia que surgiu, eu não consigo ficar em paz. Por isso eu escrevo. Quero tentar processar as informações, pedir perdão porque genuinamente estou me sentindo culpada, também tentar achar uma forma de aliviar e reagir com todas as informações e principalmente relatar o meu ponto de vista. Não sei se é o correto fazer isso, não sei se devo dar nomes, escrever com detalhes, não sei se irá envolver investigação policial. Real, tá tudo muito bagunçado, mal explicado, mal interpretado… Estou me sentindo tensa, como nunca me senti antes. Preciso do alivio de escrever, mas não sei se é o certo. Talvez essa história toda tenha começado há um ano, ou talvez a bem mais. Não acredito que tenham inocentes e culpados, so acredito que foram uma ordem de fatores errados. Me lembro desse garoto no quinto ano quando ele chegou na escola. Ta, ele sempre foi estranho, mais quieto nada que me fizesse sentir incomodada, até ali ele era invisível. estávamos no quinto ano, em 2022. O Bryan era um menino novo, o João já era um amigo mais popular pelo colégio. Eu não era da sala deles, apenas cheguei no intervalo e descobri que o Bryan tinha dado um soco na cara do João. Bom, como deixei explicado, eu não era da sala deles, não presenciei, era uma criança e não me importava com os fatos. O motivo que eu me lembro, era porque o João estava cutucando muito o Bryan, e então ele estourou. Na época, eu jamais pensaria que aquilo seria um pequeno indício ruim de uma pessoa… né? Não sou profundamente conhecedora sobre psicologia e outros estudos, mas tenho a minha opinião sobre pessoas agressivas, e se uma criança já era agressiva não era um bom sinal, né? O tempo passou, eu gostava de zombar o João, pois realmente ele era um garoto mais chatinho e, toda vez que ele fazia algo irritante eu falava que iria chamar o Bryan para ele. Anos se passaram, o Bryan passou a conviver diariamente comigo e com mais outros alunos em uma sala. Nunca fui minimamente próxima dele, mas sabia que tínhamos uma coisa em comum, somos fã do mesmo filme: tropa de elite e mais para frente isso terá um ponto fundamental para a história. Mais ou menos no oitavo ano, que eu acho que tudo começou. Mais uma vez deixo claro que apenas estou relatando o meu ponto de vista, não tenho o mínimo conhecimento para afirmar alguma coisa da vida do Bryan. Porém, especialmente naquele ano da escola, a maioria dos meus amigos começaram a reclamar de um mal cheio e contudo o Bryan e mais um amigo dele foram os alvos da sala. Todos reclamavam, inclusive a escola que mandava comunicado para os pais dizendo que os filhos tinham que tomar banho. Acho que aqui posso afirmar que foi por essa razão que começou a frustração do Bryan com nosso grupo. Para explicar melhor, minha turma é composta por 18 anos, que basicamente são divido em 3 grupos. O meu de 6 pessoas, cinco garotas e um homem. O grupo maior, que chamamos os “nerds” da sala. Quando digo nerds, são realmente nerds de tudo, nerd de T.I, nerd de anime, de jogos, memes horríveis, piada de nazismo… Não iriei entrar em detalhes, porque não sou inserida nesse meio. O terceiro grupo, o menos importante são os meninos que jogam futebol, são hetero top, um chatice e são mais amigos do meu grupinho. É notável os esteriótipos em cada grupo. Desde muito tempo me recordo de sempre existir uma pequena tensão entre o meu Grupo e o Grupão (vou chamar o grupo dos “nerds” de grupão, por serem os maiores em questão de pessoas). Definitivamente não precisa de esforço para imaginar que existia uma linha tênue de tensão, não era algo explosivo e explícito, vivíamos em hamornias e arrisco dizer que no coletivo éramos bem unidos, para mim o famoso estamos juntos e separados. Mas, era do conhecimento comum de todos da sala que basicamente cresceram juntos (do quarto ano até o nono) que existia as discordâncias, consequentemente uma pequena “raiva” acumulada de uns para outros. Eu, sempre tive mais desavenças com o Filipe e estranhamente era o que eu mais tinha intimidade, mentira o que eu mais conversava e gosto é o Caetano. Porém, sei que o Filipe não suporta o Diego, o meu amigo. O Diego é o tipo de pessoa escandalosa, e até mesmo eu por várias vezes não conseguia suportar. Ele é uma pessoa boa, afinal, é meu amigo. Mas, também consegue ser uma pessoa ruim, uma pessoa egoísta, uma pessoa que gosta de ridicularizar dos outros. E infelizmente o Bryan foi o alvo perfeito para o Diego. Eu me recordo exatamente de quando o Diego começou a implicar MUITO com o Bryan, porque ele fedia. E junto surgiram as piadas, quando o Bryan passava perto o Diego exageradamente tampava o nariz, saia correndo, etc. Sinceramente, eu nunca senti mal cheiro do Bryan. Mas, não sou diferente do Diego e dos meus outros amigos, todos nós achávamos engraçado e riamos das piadas. Acredito que o que mais fez com que o Bryan fosse uma piada “eterna” no nosso grupo, porque estranhamente as piadas envolvendo ele demoraram muito tempo para deixar de ser chato, era porque colocamos dois apelidos nele: Mi e Anbry (Bryan ao contrário). Eu particularmente não acho que era exatamente pelo Bryan, o “mi” e o “anbry” parecia uma “gíria”. Não importava o assunto, o importante era falar uma dessas duas palavras, porque soava engraçado. No começo eu nem sabia que era por causa do Bryan, descobri depois.. Isso tudo foi se acumulando, logo começou as reclamações do Bryan para a secretaria. Os principais nomes sempre foram Diego, Alice e Manuela. Uma vez iríamos apresentar um trabalho na televisão, a Alice pelo notebook entrou no WhatsApp dela, a foto do nosso grupo era uma montagem do Bryan, não lembro exatamente qual. mas, tinham várias. Fizeram montagem e histórias de IA minha e do Bryan, tipo um romance de tropa de elite, porque como disse no começo tínhamos isso em comum. Mesmo que eu goste do filme por ter uma opinião, e o Bryan ter outra. Enfim, a sala inteira ficou sabendo que usávamos fotos dele, é isso estranhamente passou batido, pois não me recordo de alguém ter sido punido, o que seria o justo, né? Não quero me passar como vítima, eu estava no meio, eu ria junto, não queria e nem quero me ferrar. Isso tudo se repetiu por mais uns meses, acho que fomos parar realmente um pouco antes das férias, que foi justamente quando o Bryan começou a planejar o “massacre”? Eu não sei nem como rotular isso, ainda é pesado para mim. Na sexta feira, dia 11 de setembro, o Bryan tentou se matar com um tiro na barriga. No domingo recebemos a notícia, ele já estava estável. Entretanto, o pai dele foi preso de sexta para o sábado e passou por uma audiência de custódia, a mãe do Bryan parece que está brava com a escola e os alunos. É uma mistura de sentimentos muito ruim e confuso. Uma hora eu fico em choque, outra eu me culpo. A gente realmente nunca imagina que isso pode acontecer com a gente. Eu não estou realmente envolvida nessa história, apenas 3 nomes citados anteriormente. Não sei se irá envolver polícia, não sei como vai ser quando voltar. Me sinto terrível, desde domingo parece que uma sombra me acompanha a todo instante. Sei que errei, não sei como consertar. Me sinto naquele estado em que colocamos a mão na cabeça sem saber controlar a desordem ao nosso redor. O nervosismo é constante dentro de cada um, eu sei disso. Na sala todos ficam quieto, no grupo do WhatsApp que não parava um segundo, agora está vazio, estão evitando totalmente mandar mensagens lá. A Alice, saiu do grupo, está de castigo. Os outros dois envolvidos, não consigo sentir que eles estão arrependidos, isso me deixa ainda pior. Tenho raiva do pai do Bryan que tinha uma arma em casa, uma arma ilegal. Não consigo imaginar como será os próximos dias, fico ainda mais nervosa só de imaginar como será quando ele voltar. Acho que expôs muito dessa história, senão até contaria como ele está no hospital. Também não quero expor as opiniões ao meu redor, não faz sentido trazer aqui. O intuito é tentar me auto acolher, digerir tudo desde do começo e principalmente tentar esvaziar a mente. Dentro de casa as coisas também não estão boa, estou com problemas de saúde e quase não tenho mais ânimo para tentar fazer as coisas. O tempo no celular me consome viva, a noite é difícil pegar no sono. Mas, quando não durmo demais eu durmo pouco. Parece que sou a mais afetada com essa história toda, será que é remorso ou empatia? Me sinto tão insegura, não consigo afirmar se eu tinha implicância com o garoto, ou se eu apenas andava no lugar errado. Isso me destrói por dentro, me causa fraqueza, me dá vontade de chorar. Tudo seria tão pior se ele tivesse morrido.
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Ontem, no sábado à tarde eu e minha família (composta por quatro pessoas) fomos em um aniversário infantil de uma antiga colega da minha mãe. De repente, eu estou me sentindo levemente feliz por algo um pouco estranho(?). Durante a minha vida inteira, sempre fui muito acostumada com festas e resenhas dos adultos. E para explicar melhor, eu basicamente por muitos anos era a única criança no meio. Tudo porque a minha mãe foi a primeira a ter filho, e olha que ela engravidou com 26 anos. Eu não fui realmente a primeira a nascer, mas o que aconteceu foi bem simples. Minha mãe e meu pai tinha um casal de amigos que sempre foram muito próximos, meio que nunca mudava os quatro, apenas acrescentava algumas pessoas ao redor. Porém, a Cássia e o Derveson (o casal mais próximo dos meus pais) demoraram muito para ter filhos. Acho bonito como a minha mãe de uma forma louca consegue segurar as amizades de infância dela de forma tão natural. Isso genuinamente me fascina, e ela diz que nem sente falta. Mas, a minha mãe teve um privilégio em ter crescido em uma rua sem saída, e simplesmente os amigos de infância dela permanecem nessa rua até os dias atuais. Eu não moro nessa rua, quem mora são meus avós. A minha rua em termos de crianças sempre foi um deserto. Para não ser tão negligente, na minha infância eu tive um curto grupo de amigos que moravam na mesma rua. ela é muito grande e cada um morava em um pedaço, porém existia dois que eram meus vizinhos (um do lado direito, a outra do lado esquerdo) Flávio e Melissa, tinham tudo para serem mais próximos de mim, né? Lembro que cheguei até a estudar na mesma escola que a Melissa, e íamos para escola juntas. Mas, sinto que nenhum deles me deram uma liberdade total para sermos amigos, de alguma forma isso me deixa triste. Sobre o Flavio sei nada mais dele, quase nunca vejo. A mãe dele faleceu e de repente ele também sumiu, não o culpo por isso. Enquanto a Melissa, a gente se afastou de repente, as vezes eu vejo ela indo para escola enquanto eu to chegando… Além dos dois, havia mais 2 ou 3. Um era ruivo, morava mais afastado, mas na mesma rua também nunca mais o reencontrei, sério não faço a mínima ideia de como ele pode estar e inclusive lembro que uma vez briguei com uma prima dele rs. O outro eu o encontrei recentemente dentro da estação, parecia que estava voltando de um trabalho até porque ele era o mais velho de nós. o Terceiro, não o considero muito como do grupo, mas ele era muito próximo do Flavinho, talvez ainda seja. E já entrei uma vez na casa dele. Com amizades de rua, na minha própria rua não tive tanta sorte. Porém, por um curto período de tempo eu frequentava bastante a praça que tem na esquina da minha casa, fez com que eu conhecesse algumas pessoas do meu bairro. Nunca fui de andar ao redor do meu próprio bairro. Na rua de baixo tem uma rua muito feia, meus pais dizem que moramos em uma divisa de uam favelinha, mesmo que quando eu digo aonde moramos ninguém se importa que minha rua seja considera boa, por não existir problemas com som, vizinhos chatos, casa feia, etc, etc.. Na rua de cima é meio que um centrinho bem murchinho, tem um mercado, um açougue, uma farmácia, aquelas loja que vendem frutas e legumes, uma escola, uma papelaria. Um centrinho murcho. O lugar que eu mais passei, foi na rua da minha avó, a mesma rua sem saída que a minha mãe cresceu. Hoje não tenho contato com meus amigos daquela época, tenho o Instagram de uma garota. Sei que recentemente um amigo meu daquela epoca sofreu um acidente e perdeu a namorada, isso estranhamente mexeu comigo. Talvez, porque eu nunca tive uma “oportunidade” de sentir como é o luto, claro que sim morreu parentes… mas ninguém realmente importante para mim. Talvez, a mais importante foi a minha bisavó, mas ela morreu quando eu era muito criancinha, não tenho grandes recordações. O que mais tenho certeza, é que quando vejo alguém falando de uma perda muito grande, me causa uma forte sensação de empatia porque realmente me coloco naquela sensação. Não gosto de pensar em alguém próximo morrendo, mas sei que essas coisas acontecem. Meu medo é começar a perder todas as pessoas que amo ao mesmo tempo. Hoje acordei de madrugada me lembrando de um falecido amigo dos meus pais, quando ele morreu também era pequena de certa forma para realmente entender o que aquilo significava. Mesmo que eu não tenho recordações de tudo, até porque não passei a minha vida inteira colada nele, mas sei que existe muita coisa legal. E ontem, na festa a viúva dele, amiga de longa data dos meus pais, apresentou um novo namorado. Não acho errado, ele morreu há anos. Mas, de repente me surgiu uma tristeza e uma amarga lembrança. Definitivamente a vida seria melhor se as pessoas tiverem um prazo mínimo para todas viver, ou talvez seja egoísmo da minha parte, considerando que existe milhões de pessoas que por razões diferente não desejam viver nem mais um segundo. Não sou eu que determino as leis da natureza, um grande alívio né? Hoje de forma mais inconsciente do que nunca, noto que a minha mãe e meu pai sempre foram grandes fãs do conforto. Eles moraram sempre, a vida inteira no mesmo lugar. Minha mãe trabalhou quase 10 anos em uma lojinha de roupas no Bom Retiro. E quase 20 anos na Porto Seguro. Meu pai desde dos 9 anos trabalha como motorista, e diz que é a única coisa que sabe fazer. Não escrevo para criticá-los, mas escrevo para trazer a mim uma própria consciência. Não quero viver como eles, quero conhecer o mundo, vários hobbies, desejo ter vários namorados, vários serviços, milhares de colegas… Quero viver em constância mudança com meu ciclo da vida. Por outro lado, receio que alguém como eu que sou tão apegada a família e amigos, sofra. Porque, enquanto você está fora do seu lugar, aos pessoas de lá continuam a vida e geralmente esquecem de você. Ah, só estou falando sobre isso porque vi um vídeo de uma moça falando que foi isso que perdeu por ter passado a vida viajando. Por hoje encerro aqui, abordei milhares de assunto que cercam a minha cabecinha. Talvez outra hora que me surgir a ideia, escrevo aqui.
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Navegando pelo substack apareceu um post e uma imagem, sobre o significado de uma palavra: “Nagori”. Prometi a mim mesma que não queria ficar escrendo aqui apenas sobre saudade e futuro, afinal, isso ta muito longe de me definir como pessoa. Eu sou bem mais do que saudade e futuro🙈 Já transformei esse meu repov em diversas cartas para mim mesma sobre as minhas milhares de imaginações do futuro e como daqui alguns meses estarei sentindo falta do meu 2026. Acho que fiz até um post no Twitter sobre isso. Só que saborear o que sabemos que está no fim é um dom sobrenatural. Estranhamente não me sinto aflita sobre isso. Não vou tentar explorar e descrever essa sensação, pois estou com preguiça e não quero focar sempre no mesmo assunto.
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O começo dessa ideia surgiu no ano passado. Não sei claramente de onde surgiu a ideia, porque infelizmente as próximas informações que darei aqui se misturam e eu não consigo lembrar a ordem correta dos acontecimentos. Por toda a minha vida, principalmente na adolescência eu sempre fui muito questionado do que eu queria ser como crescer, não tinha hora, lugar ou momento certo, o importante é que sempre em algum momento alguma pessoa lançava a emblemática pergunta: “o que você quer ser quando crescer”. Eu por até ano passado já falei de tudo: Advogada, Psicologa, atleta, ja flertei com biomédica, medicina (mesmo tendo pavor de snague), e quando mais nova já quis ser pipoqueira e pipeira (vendedora de pipoca e vendedora de pipa). Gosto de lembrar que por muitas vezes essas ideias malucas que nunca combinaram realmente com quem eu sou, sempre surgiram por meio de fanfics, principalmente advogada em especial defensora pública. No fim, eu só queria aproveitar a escola e no ensino médio eu pensava nisso. Até que, talvez em 2024, assisti uma entrevista do Wagner Moura bem antiga, lá ele falava que foi formado em jornalismo e até trabalho na área. Sei que essa informação ficou armazenada no meu cérebro, não foi algo instantâneo uma conexão imediata. Eu escutei e guardei. Também não sei como essa profissão ganhou voz dentro da minha cabecinha, não foi por meio de vídeos ou outras pessoas, nem mesmo por histórias e outras coisas… Só que em um dia eu acordei e me perguntei “e se”, lembro de primeira me imaginando no ramo de esporte, aquela coisa encantadora de entrevistar jogadores de futebol e outros atletas, para quem gosta de esporte e principalmente acompanha isso tem um peso a mais. Me recordo que conversei com uma antiga amiga, que na época era muito próxima de mim, a gente tava falando sobre cursos e o ensino médio. Até que eu fiz o papel da pessoa chate e questionei o que ela queria fazer quando crescer, e então ela me disse com um tom de frustração: “Ai eu sei que é uma profissão muito mal remunerada e que se eu conseguir ser eu não vou ganhar muito dinheiro, mas eu tenho muita vontade de ser jornalista… jornalista esportiva.” Eu nao me importei com o tom dela, e logo respondi que tinha o mesmo desejo que ela e juntas ficamos super felizes. Hoje eu nem tenho certeza se ela ainda tem essa vontade. No ano passado eu ainda estava na fase do “se”, e confesso que eu só fui realmente a sonhar com essa possibilidade de me tornar uma jornalista depois que contei aos meus amigos próximos e eles genuinamente ficaram feliz, diziam que combina comigo. E de depois disso eu só consigo exergar mais certeza e, pode ter certeza que penso nisso todos os dias. Após falar com meus amigos eu falei com minha mãe, e logo de primeira ela sorriu e disse que o avô dela quando ela era menor dizia que ela seria uma jornalista. Minha mãe nunca teve realmente o desejo de ser jornalista, mas assim como eu com certeza ela compartilha um pedaço do meu sonho, só pelo fato de eu ser filha dela, eu sei disso. Recentemente, descobri que minha tia Regiane quando era jovem queria fazer jornalismo, porém ela engravidou muito cedo e acabou desistindo do sonho, mais uma vez a forma que ela me disse aquilo com tanto carinho… Não consigo expressar verdadeiramente meus sentimentos, só posso afirmar que mais uma vez senti pelas expressões e palavras dos outros que eu estou no caminho certo. Entendo que não posso me apegar nas palavras de terceiros, afinal, isso seria buscar validação né? Por outro lado, sei que nenhuma pessoa poderia tirar o desejo do meu coração de ser quem eu quero ser. Só que quando escuto palavras positivas me faz ser uma pessoa mais amada e com mais convicção naquilo. Até porque é muito ruim, difícil é um mix de nervosismos quando paramos para pensar no futuro, principalmente quando não sabemos o que queremos ser. Me deixa ansiosa saber que a maioria ao meu redor dos mais velhos não terminaram a escola, e outros nunca fizeram faculdade, nunca nem pisaram em uma. Meu coração aperta quando escuto meu pai implorar para mim estudar, meu coração dói quando escuto minha mãe dizer que é burra, meu coração cria uma fissura quando escuto minha avó dizer que parou na quinta série… Somos uma família grande, uma família que sempre teve muito amor, nunca passei dificuldade. Mas, sei que para os adultos ao meu redor, o estudo tem um valor muito grande. Sinto que quando escutei a minha mãe contar a história do avô dela ou a minha tia dizer que também tinha vontade de ser jornalista, tudo isso faz com que esse meu desejo tenha ainda mais valor e importância, sinto também que é exatamente ali que está a minha missão de vida. Saindo da parte mais difícil que faz meus olhos lacrimejarem, gosto de falar sobre as diversas afirmações que recebo do universo, porque para mim não existe outra coisa a não ser uma confirmação. Depois que contei aos meus pais e meus amigos, só foi surgindo mais coisas sobre jornalismo, o que parece que antes não aparecia para mim agora aparece muito mais, ou então eu percebo mais rápido. Acho que começou quando eu descobri que as mães de duas amigas muito especial para mim já fizeram jornalismo, são duas mulheres que vejo como pessoas incríveis. Ultimamente eu li o livro da Anne Frank e descobri que ela também queria ser jornalista, inclusive fiquei muito triste com aquele livro e com o filme também, também tem a Clarice que trabalhou em jornais. Professores já passaram trabalho de reportagens na rua, lembro que fiquei muito entusiasmada. Adoro assistir filmes sobre jornalismo, adoro quando encontro pessoas admiráveis que são formadas em jornalismo, de repente sempre aparece um conteúdo maravilhoso de jornalismo. Sinto um alívio por ter um caminho, um caminho que eu goste de verdade e não apenas um compromisso obrigatório. Eu quero verdadeiramente me tornar isso e de alguma forma sei que vou alcançar muitas coisas boas.
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“Se tivesse a tolice de se perguntar “quem sou eu?” cairia estatelada e em cheio no chão. É que “quem sou eu?” provoca necessidade. E como satisfazer a necessidade?” —Clarice Lispector, A hora da estrela (pág 13) Estou relendo o começo desse livro, e por causa desse parágrafo eu percebo novamente que não sei responder quem eu sou. Portanto, acredito que tenho muita coisa para passar antes de responder essa pergunta com tanta certeza. Desejo um dia após muitos anos, que alguém me pergunte mais uma vez e eu consiga dizer belas palavras pra me expressar e, então terei uma certeza naquele futuro instante.
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Na vida existe apenas uma regra que você precisa lembrar: ria de tudo e não se incomode com os outros! parece egoísmo, mas na verdade, é o único remédio para quem precisa encontrar conforto em si mesma. As vezes durante esses 15 anos de vida, por muitos momentos me peguei pensando em como tudo estava uma desordem. Em outras vezes o oposto acontecia. Na minha visão de uma garota otimista, é aí que está o sentido da vida. Sem o caos ou a desordem, a tristeza ou a solidão nada teria o real sentido, eu sei que dependendo das situações a gente não consegue olhar dessa forma e isso também é completamente válido, não perde o valor. contudo ainda é difícil expressar esse sentimento, não é algo fácil, mas é algo lindo e talvez amanhã eu mude de ideia, nem por isso vou deixar de escrever aqui as minhas opiniões. Hoje eu me vejo em um nível de alto astral que eu nunca tinha conseguido chegar antes, e sinceramente não faço a mínima ideia de como cheguei até aqui. Apenas sei que desejo me manter sólida nessa posição, por longos anos. Sinto que voltei a ser uma pessoa mais presente comigo mesma, sinto que perdi alguns meses vivendo no automático, isso me adoece. Não sei o que citar, são milhões de escolhas possíveis, porém prefiro descrever sem intitular. Logo, eu acredito que a cirurgia que fiz trouxe uma cura maior, sinto que apartir dali tudo passou a dar certo de uma forma tão natural. Minha vontade de intitular esse sentimento mais uma vez é grande, ou talvez nem seja a vontade de intitular, as vezes é apenas uma curiosidade de ter um nome para isso kk. Bom, não tenho muito o que escrever, mas li esse começo em um livro e quis colocar aqui, para não deixar vazio quis escrever. Ultimamente estou sedenta por frases profundas que tragam uma nova perspectiva, o ruim é que quase nunca encontro algo que me satisfaça, que traga uma sensação de luz no fim do túnel. Mas, não me sinto vagando pelo escuro. Também não consigo escrever o que eu gostaria de ler, espero que quando me crescer consiga ser uma pessoa amorosa e culta que sabe se expressar de forma maravilhosa, sem sombra de dúvidas esse é um dos meus maiores desejos. Por muito tempo tive o pensamento de que não queria ficar velha, e hoje eu penso o oposto. Ontem eu revi várias fotos antigas, senti uma saudade mas não foi daquelas que doi e de alguma forma isso me deixou frustrada, pois já contei aqui que realmente gosto da melancolia e principalmente a dor da saudade. Me sinto tão sólida nessa minha nova versão que parei de sofrer atencipadamente por coisas que eu adorava sofrer antes. Um progresso, ou regresso?rs Pela primeira vez o Futuro me atrai mais do que o passado.
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Feliz aniversário Ninoca! Sei que ela é uma cachorra, nunca vai ver isso. Mass, ela é especial pra mim e eu quero resgistrar o dia de hoje. Antes de tudo, explicar que a Nina fez 6 Anos hoje, não sei o que isso significa pra um cachorro, mas sei que ela já deve ser adulto, ou velhinha? A Nina chegou com a gente a um pouco mais de um ano, não tenho certeza. Antes disso, ela foi comprada por um casal de amigo dos meus pais, eles também eram nossos vizinhos, minha irmã tem a mesma idade que a filha deles e por isso e outras razões éramos todos bem próximos. De longe, mas também de perto vimos a Nina nascer e crescer.. E bem, depois de uns anos, esse casal se mudou e nos afastamos o que é super normal. Entretanto, eles decidiram se mudar novamente, dessa vez para Portugal, falaram que seria muito caro levar a cachorra junto, por isso decidiram dar a Nina para gente. De primeira, minha mãe óbvio que não queria, ela não gosta de pelos e cachorros. A reviravolta é que hoje ela ama a Nina. Ou seja, a Nina tem 6 anos, mas esse é o primeiro aniversário dela com a gente. Por isso estávamos ansiosos e decidimos fazer essa festa kkkk. O dia de hoje foi realmente um caos! do jeitinho que eu amo. Pela manhã fui para escola, cheguei atrasada bem no horário da prova. inclusive, tive o azar de voltar para a escola justamente na semana das provas, hoje foi prova de história com o tema de Guerra fria, tirei 10 sem nem mesmo ter tido uma única aula. Após a escola, meu pai veio me buscar, ele já estava com a Nina. ela tinha acabado de sair do banho, estava limpinha e cheirosinha. Como sempre eu saio com a Malu, vamos embora sozinhas porque vamos para a mesma direção o que eu realmente adoro! a Malu é uma amiga maravilhosa, porém um pouco “distante”(?) não sei exatamente como descrever, adoro falar com ela mas geralmente ela está mais afastado do que perto, e ao mesmo tempo é aquela amiga que não temos medo de dividir as maiores intimidades. As vezes, na hora da saída é muito bom porque estamos próximas e podemos conversar a vontade. Para ela não ir sozinha, pedi para o meu pai levar ela, com certeza não foi nada difícil, afinal, todos meus amigos são conhecidos e bem próximos da minha família, principalmente a Malu que agora é realmente da minha família rs. Então meu pai deixou ela na casa da avó dela, que coincidentemente é perto da minha vó. Durante o caminho cantamos parabéns para Nina (Eu deixaria o vídeo aqui se pudesse). Depois de deixar a Malu, meu pai passou no barbeiro dele, a parte do dia mais chata. Tive que esperar ele cortar o cabelo, o bom que enquanto isso fiquei com a Nina na praça que é literalmente a frente do salão. Foi legal, mas tenho medo da Nina ir para rua e ela estava sem coleira, acabei ficando sentanda com ela na praça. Logo em seguida, meu pai levou o barbeiro ou cabeleireiro dele até o Robru, o centro do meu bairro. Antes disso, eles estavam conversando sobre a minha festa de XV e meu pai perguntou se eu tinha foto do meu vestido, respondi que sim e ele fez eu mostrar… na real eu tive que dar o celular na mão dele, e eu realmente fiquei muito agoniada com aqui kkkkk a minha galeria, aberta, na mão do meu pai😖 Pro meu pânico inteiror, porque de primeira eu quis acreditar que ele não iria ficar arrastando pro lado… mas, ele saiu mexendo em tudo! os dedos dele não pararam quieto um segundo. Pro meu azar, depois que ele me entregou o celular eu abri a galeria, bem no meio das fotos do vestido tinha uma foto do Wagner, uma selfie dele com a câmera posicionada a baixo, ele olhava pra câmera com uma cara filha da puta, tava com um bigode grosso. Eu amo essa foto. Mas, imagina o meu pai que não conhece o Wagner vendo aquela foto que é estranhamente íntima… Continuando, no caminho eu para o Robru meu pai passou em uma mulher que trabalha com a minha mãe. Depois de deixarmos o Barbeiro no lugar que ele pediu, fomos buscar minha irmã mais nova no futsal. E então, finalmente voltei pra casa. Confesso que apartir daí não fiz nada demais, arrumei a casa e depois assisti um filme, chamado Garota infernal. É legal, estranho, engraçado, medo (⭐️⭐️⭐️). E logo em seguida que eu terminei de assistir o filme, o Diego e a Teté começaram a bater no meu portão tentando me zoar. Depois eles entraram e aí começou o caos, organização da decorações da festa, muita risada o tempo todo… Não vou nem apelar pros meus sentimentos e pensamentos sobre isso, mas escrevo aqui que estava feliz, ainda estou muito feliz. Aos poucos os outros foram chegando, a Manu chegou com o Floquinhos, um cachorro da mesma raça que a Nina. Depois a Alice apareceu… Foi muito legal, cantamos parabéns, conversamos batsahte. Tinha aquelas comidas maravilhosas de festas: salgadinho, pizza, refri, docinhos e o bolo. Lógico que essa festa foi TAMBÉM um pretexto ótimo para nós encontrar fora da escola. Foi divertido, na hora do parabéns cantando “au au au au” no ritmo do parabéns tradicional, no meio transformamos no parabéns humano e no final cantamos: “É ração, é ração, é ração” “Petisco, petisco, pestico.” “Pra você!” Aquele parabéns que parece uma competição de quem fala mais alto. Já falei que conversamos muito?? Deixo aqui alguns registro de hoje, pena que não dá pra colocar vídeos:(
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Aquele dia que você simplesmente se olha no espelho, e diz: Meu Deus eu estou muito linda! Cortei o cabelo um pouco antes de voltas as aulas, não lembro o dia exato mas saiba que minhas aulas voltaram dia 03/08, então tira a base. De lá pra cá, mal consegui aproveitar meu cabelo curtinho. porque dia 05 fiz cirurgia e logo em seguida fiquei dias parada em casa, ou seja, vivi de cabelo amarrado e sem finalizar. Por agora, depois que melhorei do reuposo, posso comer comidas sólidas, e etc… E também estou cuidando melhor do meu cabelo, também estou testando várias finalizações novas. No momento, essa foi a que eu mais gostei! Mas, não vou deixar de testar outras. Me sinto livre, em paz, radiante… tudo está indo bem para mim. Quero continuar tendo esse progresso emocional ou espiritual, porque estou me sentindo melhor do que nunca. Ainda não estou acostumada com o cabelo curto e ainda me comparo com outras garotas, por sorte não é algo que me afeta muito, nunca tive grandes problemas de autoestima. Não sou mais como antes, desejo mais brilho interno do que externo. Repetindo mais uma vez: quero continuar evoluindo por dentro do que por fora, com certeza será a melhor vitória da minha vida. 💞
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Tenho medo do futuro, e tenho ansiedade dele.
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C.A.R.T.A. A.B.E.R.T.A. P.R.O. M.E.U. E.X. Não sou muito do tipo que fica esperando ansiosamente por um namorado. Mas, ultimamente me sinto encalhada🥲 Ano que vem meu ciclo vai aumentar, consequentemente iriei conhecer ✨garotos✨ novos… e é claro que estou criando uma expectativa, não só pra garotos, tudo no geral! Eu sempre vi o ensino médio com uma visão muito cool das coisas (uma vibe malhação), e estou morrendo de medo de me decepcionar horrores. Logo, não quero criar expectativas, e por isso, apenas posso lidar com o fato de que haverá mudanças. Que essas mudanças sejam boas. Porém, quando penso em um namorado no futuro eu fico muito curiosa, porque pra mim quando se olha pra frente, automaticamente eu olho pra trás. E acho engraçado o fato de que TODAS as pessoas que já me envolvi amorosamente desde do fundamental 2 tem alguma coisa em comum, seja sobrenome, hobbys parecidos, jeitos semelhantes, gostos iguais, etc. Se eu fizer uma linha do tempo e descrever os 3/4 homens que marcaram a minha vida (até agora) vai ser engraçado, porque sei exatamente o que cada um tem em comum. E com isso, eu fico pensando será que meu futuro namorado ou futuro alguém, terá alguma dessas coisas que os últimos tiveram em comum? Talvez, no fundo eu desejo que não😅 Por outro lado, eu fico me questionando se é apenas o meu gosto de homem que é muito bem definido.. ou se é apenas uma ironia divina. Acho que não seja meu gosto, claro que todos eles me agradaram, óbvio. Mas, não foi por causa desses motivos semelhantes entre eles que eu os escolhi! poxa, eu descobri bem depois que os três tinham o mesmo sobrenome, será que eu estava pegando primos e não sabia? kkkkk Pra mim isso não se encaixa, é muita putaria do universo. Todos nós sabemos que pra esquecer de um, temos que achar outro! Como que esquece o outro se o novo me faz lembrar do antigo?! Que todos se fodam. Não ligo pra nenhum deles. Mas, eu gostaria sem sombra de dúvidas de namorar alguém como o meu ex era, não que eu goste dele, pelo contrário. Só que não posso negar que ele era uma pessoa maravilhosa pra se namorar, era apenas eu que não queria. Mas, ele é incrível! (é porque sei que o fdp namora e com certeza a namorada deve ser muito feliz) Mas, ninguém é perfeito. Há pouquíssimos dias atrás, fui em um aniversário de 17 anos de uma prima minha. a festa já começou ruim porque ela lotou de adolescente, e a gente mora no extremo leste de São Paulo, preciso descrever? enfim, no parabéns cantaram “com quem será” e aí a gente descobriu o conversante ou ficante dela, e assim tudo bem né? se ela gosta do garoto! só que na hora dele tirar uma foto com ela, o menino ficou meio que envergonhado e nem mesmo quis abraçar ela sabe? poxa, 17 anos e não tem coragem de assumir que gosta da garota ou que fica? Meu Deus, se fosse o meu homem eu terminaria e caía na porrada. Não tem algo me faça entender, acho que por conta do meu ex que me amava aos berros (muito exagerado inclusive) mas sair de um que ama muito pra um que amo pouco é foda né? Eu chego ao critério que só namoro novamente se achar um homem como meu ex era comigo, me dava presentes, flores, saia comigo, eu mandava nele, ele obedecia… Uma coisa que estragava era a carência dele, que eu particularmente não consigo aturar. Ele era muito carente, e eu simplesmente não conseguia acreditar que ele me amava tanto, até porque eu não amava ele no mesmo nível. Procurando fotos nossas nos arquivados pra colocar aqui, me questionei se é de alguma forma errado ou imaturo da minha parte? Acredito que não, como já escrevi outras vezes aqui, eu sempre procuro levar as coisas boas das pessoas que me relacionei, e se eu vivi com ele não tem como apagar esses meses da nossa vida. Inclusive, as primeiras memórias que tenho dele são todas boas! jamais esquecerei ele, foi meu primeiro namorado, meu primeiro beijo… não me arrependo de nada, mas não faço loucuras por ele hoje. No fim Tudo aconteceu Como Deveria ter Acontecido Ou seja, estava escrito. مكتوب
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O provável inesperado me deixa sempre genuinamente feliz. E hoje foi tipo assim. Tudo aconteceu rápido, com certeza hoje passou muito rápido! talvez possa ser porque estou acostumada a acordar cedo, por volta das sete da manhã. E hoje, acordei 10h da manhã, tudo porque ontem meu primo chegou de viagem de última hora, ele mora no interior em Tatuí, nasceu aqui em sp, crescemos juntos, porém ainda na nossa infância ele foi morar longe. Mas, o Arthur sempre esteve dentro do meu coração, tenho um amor enorme por ele, afinal, ele é como um irmão de sangue pra mim! Agora eu fico muito feliz, porque ele está namorando a Malu, minha melhor amiga. Ou seja, duas pessoas que eu amo muito se gostam e eu simplesmente não consigo fingir costume 🥹 eu estou muito feliz pela relação deles. Ontem a noite eu e ele dormimos tarde, porque simplesmente começou uma gritaria na minha rua e saímos para ver, porque óbvio que eu sou uma grande fifi, e ele também é. Por causa disso, dormi tarde e consequentemente acordei tarde. As 10h estava de pé, as 11h estávamos planejando o que fazer, porque infelizmente domingo o Arthur já vai embora. Por volta das 12h saímos e fomos chupar açaí, voltamos e ele saiu com a Malu. As 16h da tarde, eu quis inventar de ir aonde meu amigo Diego trabalha, que é bem perto do meu colégio. Combinei com uma outra amiga (inclusive a foto de todos envolvidos nessa história está na capa! Eu sou a primeira da esquerda, logo ao meu lado está Malu e o Arthur abraçados, depois a Teté e por último o Diego) Ela iria passar na minha casa, e daqui iríamos pra lá. Porém, eu quis avisar tarde pro meu pai e, ele não quis deixar eu ir. Já escrevi aqui sobre a cirurgia que eu fiz, que não faz menos de um mês, ou seja, ainda estou de recuperação e atestado médico… Mas, poxa desde quando a escola voltou eu só fui UM único dia, estou morrendo de saudade dos meus amigos e também de sair. Mas, ele não quis deixar. Brevemente sobre o meu pai: Ele é um verdadeiro homem de pedra, ao meu ver. É um pai incrível, presente, amoroso as vezes. Só que na maioria das vezes ele simplesmente não tem muitas expressões. Sinceramente, não sei o que pode ser e, muitas vezes fiquei preocupada e mal por ele. Na maioria do tempo, ele não diz nada e tudo está ótimo. Não tem opinião, não é muito atencioso… Não gosto de dizer que meu pai é ausente, porque fisicamente ele não é! Eu sei que meu pai não é muito a favor da maioria das coisas que eu faço, por ele eu nem sairia de casa. Felizmente ele não fala isso pra mim, e isso é pra tudo. Quando ele não está de acordo com qualquer coisa da minha vida, ele NUNCA vem falar diretamente comigo, sempre é com a minha mãe. Por isso eu nunca tive nenhum tipo de desentendimento com o meu pai. Mas, hoje fiquei surpresa. Só faltou eu me ajoelhar e implorar pra ele deixar eu ir. E pasmem, ele não deixou. Desisti de ir, mandei mensagem cancelando com meus amigos. A Teté até veio aqui em casa tentar falar com ele, mas ele também foi seco com ela. Eu já tinha até aceitado, e por ter um alma justa eu concordei com os argumentos dele. Não passou nem uma hora o Arthur chegou em casa, e logo em seguida a Teté e o Diego. Talvez, pra eles foram um ato simples e bobo. Mas, olhando por outros olhos eu percebi que tenho amigos maravilhosos, que fizeram questão de mim e se eu não poderia sair, então eles vinham até mim. Passamos a tarde aqui em casa, por sorte tenho pais muito bons, que nunca se importaram de abrir as portas para os meus amigos, mesmo eles aparecendo de surpresa. A gente riu, foi divertido e também simples, não tem muito o que dizer. E infelizmente prefiro não detalhar as piadas bobas do Diego, mas deixo registrado que são todas terrívelmente engraçadas. Talvez outro dia eu sinta um desejo de escrever sobre meus amigos, um por um. Mas, por enquanto venho aqui expressar apenas minha gratidão pelo carinho deles, sinto uma saudade enorme de dividir minhas manhãs dentro do colégio. Espero que esses 30 dias passem rápido.
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